DOMPLIV

1204 | Laboratório EMS

Descrição

Princípio ativo: Domperidona,
Ação Terapêutica: Antieméticos

Composição

Cada comprimido contém: domperidona 10 mg, excipientes* q.s.p. 1 com. *lactose monoidratada, amido pré-gelatinizado, celulose microcristalina, crospovidona, copovidona, laurilsulfato de sódio, óleo vegetal hidrogenado, estearato de magnésio.

Apresentação

Comprimidos. Embalagem contendo 10, 20, 30, 40 ou 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO

Indicações

a) Síndromes dispépticas frequentemente associadas a um retardo de esvaziamento gástrico, refluxo gastroesofágico e esofagite:
- sensação de empachamento epigástrico, saciedade precoce, distensão abdominal, dor abdominal alta;
- eructação, flatulência;
- náuseas e vômitos;
- azia, queimação epigástrica com ou sem regurgitação de conteúdo gástrico.
b) Náuseas e vômitos de origem funcional, orgânica, infecciosa ou alimentar ou induzidas por radioterapia ou tratamentos por fármacos (antiinflamatórios, antineoplásicos). Uma indicação específica são as náuseas e vômitos induzidos pelos agonistas dopaminérgicos usados na Doença de Parkinson como a L-dopa e bromocriptina.

Dosagem

1) Síndromes dispépticas: 10 mg (1 comprimido) 3 vezes ao dia, 15 a 30 minutos antes das refeições e, se necessário, 10 mg ao deitar, respeitando a dose diária máxima de 80 mg.
Se os resultados não forem satisfatórios, pode-se dobrar a dose, respeitando a dose diária máxima de 80 mg ou de acordo com o critério médico.
2) Náuseas e Vômitos: 10 mg (1 comprimido) 3 vezes ao dia, antes das refeições e ao deitar. A dose pode ser dobrada, se necessário, respeitando a dose diária máxima de 80 mg ou de acordo com o critério médico
Observações:
- É recomendado o uso de Dompliv antes das refeições. Se ele for tomado após as refeições, a absorção do medicamento será retardada.
- Em pacientes com insuficiência renal, a frequência das doses deve ser reduzida (ver Precauções e Advertências").

Contra-indicações

Dompliv é contraindicado em pacientes com intolerância conhecida à domperidona ou a qualquer um dos excipientes.
Dompliv não deve ser utilizado sempre que a estimulação da motilidade gástrica possa ser perigosa, por exemplo, na presença de hemorragia gastrintestinal, obstrução mecânica ou perfuração.
Dompliv também é contraindicado em pacientes com tumor hipofisário secretor de prolactina (prolactinoma).
A administração concomitante entre Dompliv e cetoconazol oral ou eritromicina ou outro potente inibidor do CYP3A4 que prolongam o intervalo QTc como fluconazol, voriconazol, claritromicina, amiodarona e telitromicina é contraindicada (ver "Interações Medicamentosas").

Reações Adversas

As reações adversas aos medicamentos são classificadas pela frequência, através da seguinte convenção:
Muito comum ( >1/10); comum ( >1/100, < 1/10); incomum ( >1/1.000, < 1/100); raro ( >1/10.000, < 1/1.000); muito raro ( < 1/10.000), incluindo relatos isolados.
Distúrbio do Sistema Imune
Muito raro: reação alérgica
Distúrbio endócrino
Raro: aumento nos níveis de prolactina
Distúrbios do Sistema Nervoso
Muito raro: efeitos extrapiramidais
Distúrbios gastrintestinais
Raro: distúrbios gastrintestinais, incluindo casos muito raros de cólicas intestinais transitórias
Distúrbios do tecido subcutâneo e da pele
Muito raro: urticária
Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama
Raro: galactorréia, ginecomastia, amenorréia
Como a hipófise se localiza fora da barreira hematoencefálica, a domperidona pode causar um aumento nos níveis de prolactina. Em raros casos esta hiperprolactinemia pode levar ao aparecimento de certos efeitos colaterais neuroendócrinos, tais como galactorréia, ginecomastia e amenorréia. Fenômenos extrapiramidais podem ocorrer excepcionalmente em adultos. Estes efeitos colaterais desaparecem espontânea e completamente assim que o tratamento é interrompido.
Na experiência de pós-comercialização casos muito raros de edema angioneurótico e reações anafiláticas incluindo choque anafilático foram observados em associação ao uso da domperidona.

Precauções

Quando houver o uso concomitante de antiácidos ou agentes anti-secretores, eles devem ser utilizados após as refeições, ou seja, eles não devem ser tomados simultaneamente ao Dompliv antes das refeições.
Precauções para o uso
Os comprimidos contém lactose e podem ser inadequados para pacientes com intolerância à lactose, galactosemia ou má absorção da glicose e da galactose. A suspensão oral contém sorbitol e pode ser inadequada para pacientes com intolerância ao sorbitol.
Uso em pacientes com distúrbios hepáticos
Como a domperidona é altamente metabolizada no fígado, Dompliv deve ser usado com cautela em pacientes com lesão hepática.
Uso em pacientes com insuficiência renal
Em pacientes com insuficiência renal grave (creatinina sérica >6 mg/100 mL ou >0,6 mmol/L) a meia-vida de eliminação da domperidona aumenta de 7,4 para 20,8 horas, mas os níveis plasmáticos do fármaco foram inferiores aos de voluntários sãos. Como uma pequena quantidade do fármaco sob forma ativa é excretada pela via renal, é pouco provável que a dose de uma administração única necessite ser ajustada em pacientes com insuficiência renal. Na administração repetida, contudo, a frequência das doses deve ser reduzida para 1 a 2 vezes ao dia, dependendo da severidade do distúrbio e pode ser necessário reduzir a dose. Pacientes sob tratamento prolongado devem ser revistos regularmente.
Gravidez e lactação
Uso durante a gravidez
Existem dados pós-comercialização limitados quanto ao uso de domperidona em gestantes. Um estudo em ratas mostrou toxicidade reprodutiva em uma dose alta, tóxica para a mãe. O risco potencial em humanos é desconhecido. Portanto, Dompliv deve ser usado apenas durante a gravidez quando justificado pelo benefício terapêutico antecipado.
Uso durante a lactação
O medicamento é excretado no leite de ratas (na maior parte como metabólitos: pico de concentração de 40 e 800 ng/mL respectivamente após a administração oral e endovenosa de 2,5 mg/kg). A concentração da domperidona no leite materno de mulheres lactantes é de 10 a 50% da concentração plasmática correspondente e o esperado é não exceder 10 ng/mL. Espera-se que a quantidade total de domperidona excretada no leite humano seja menor que 7 mcg por dia na maior posologia recomendada. Não se sabe se isto é nocivo ao recém-nascido. Por essa razão a amamentação não é recomendável às mães que estão tomando Dompliv.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Dompliv não influencia ou não apresenta influência considerável na habilidade de dirigir e operar máquinas.

Interação com outros medicamentos

A administração concomitante de fármacos anticolinérgicos pode ser antagônica ao efeito antidispéptico do Dompliv.
Medicamentos antiácidos e anti-secretores não devem ser dados simultaneamente com Dompliv pois eles diminuem a sua biodisponibilidade (ver "Precauções e Advertências").
A principal via metabólica da domperidona é através do CYP3A4. Dados in vitro e em humanos demonstram que o uso concomitante de fármacos que inibem esta enzima de forma significativa pode resultar em níveis plasmáticos elevados de domperidona. Exemplos de potentes inibidores do CYP3A4 incluem:
- Antifúngicos azólicos, como fluconazol*, itraconazol, cetoconazol* e voriconazol*
- Antibióticos macrolídeos, como claritromicina* e eritromicina*.
- Inibidores da protease do HIV, como amprenavir, atazanavir, fosamprenavir, indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir
- Antagonistas do cálcio, como diltiazem e verapamil
- amiodarona*, aprepitanto, nefazodona, telitromicina *
* também prolongam o intervalo QTc (ver "Contraindicações")
Estudos separados de interação farmacocinética/farmacodinâmica com cetoconazol oral ou eritromicina oral em indivíduos sadios confirmaram a acentuada inibição do metabolismo de primeira passagem da domperidona mediado pelo CYP3A4 por estes fármacos.
Com a combinação de 10 mg de domperidona 4 vezes ao dia e 200 mg de cetoconazol 2 vezes ao dia, um prolongamento médio do QTc de aproximadamente 9,8 mseg foi verificado no período de observação com mudanças nos pontos de tempo individuais que variam de 1,2 a 17,5 mseg. Com a combinação de 10 mg de domperidona 4 vezes ao dia com 500 mg de eritromicina 3 vezes ao dia, o intervalo QTc médio durante o período observado foi prolongado por 9,9 mseg com alterações nos pontos de tempo individuais que variam de 1,6 a 14,3 mseg. Ambos Cmáx e AUC da domperidona no estado de equilíbrio tiveram aumento de aproximadamente 3 vezes em cada um desses estudos de interação. A contribuição do aumento da concentração plasmática de domperidona para os efeitos observados no QTc é desconhecida. Nestes estudos a monoterapia de 10 mg de domperidona 4 vezes ao dia resultou em aumentos no QTc médio de 1,6 mseg (estudo do cetoconazol) e 2,5 mseg (estudo da eritromicina), enquanto a monoterapia com cetoconazol (200 mg duas vezes ao dia) e monoterapia de eritromicina (500 mg três vezes ao dia) ocasionaram aumentos no QTc médio de 3,8 e 4,8 mseg, respectivamente, no período observado.
Em outro estudo multi-doses em indivíduos sadios não foram observados aumentos significantes no QTc durante o estado de equilíbrio do tratamento com a administração isolada de 40 mg de domperidona 4 vezes ao dia (dose diária total de 160 mg, que é o dobro da dose diária máxima) nas concentrações plasmáticas da domperidona que foram ao menos similares àquelas obtidas nos braços combinados dos estudos de interação.
Teoricamente, como o Dompliv tem um efeito gastrocinético, ele pode influenciar na absorção de fármacos orais administrados concomitantemente, particularmente aquelas com liberação prolongada ou formulações com comprimidos de liberação entérica. Contudo, em pacientes já estabilizados num tratamento com digoxina ou paracetamol, o uso simultâneo da domperidona não influencia os níveis sanguíneos destes medicamentos.
Dompliv pode também ser associado com:
- neurolépticos, pois a ação deles não é potencializada.
- agonistas dopaminérgicos (bromocriptina, L-dopa), cujos efeitos periféricos indesejáveis, como distúrbios digestivos, náuseas e vômitos, são suprimidos sem neutralização das suas propriedades centrais.

Superdose

Os sintomas da superdose podem incluir sonolência, desorientação ou confusão e reações extrapiramidais. Medicamentos anticolinérgicos ou anti-parkinsonianos podem ser úteis no controle das reações extrapiramidais.
Não existe nenhum antídoto específico contra a domperidona, mas no caso de superdose, uma lavagem gástrica assim como a administração de carvão ativado podem ser úteis. Supervisão médica e medidas de suporte são recomendados.
Em caso de superdosagem, procure imediatamente orientação médica.
PACIENTES IDOSOS
Não constam na literatura relatos sobre advertências ou recomendações especiais do uso adequado por pacientes idosos.

Informação técnica

Os distúrbios digestivos provocados por uma discinesia esôfago-gastro-duodenal pós-prandial, correspondem hoje a uma das síndromes mais frequentes que se apresentam na prática clínica. Pelas suas manifestações funcionais - distensão gástrica, azia, pirose ou mesmo dores epigástricas - esta síndrome traduz, frequentemente, uma desarmonia motora do esfíncter inferior do esôfago, das contrações antrais e do ritmo de abertura e fechamento do esfíncter pilórico. Consequentemente à sua ação antidopaminérgica, Dompliv restaura a harmonia rítmica motora do esôfago, estômago e duodeno, possibilitando a reorganização da sequência das etapas digestivas. Além disso, a domperidona possui potente ação antiemética.
Farmacologia
Dompliv contém domperidona, um antagonista da dopamina com propriedades antieméticas. A domperidona não atravessa imediatamente a barreira hematoencefálica. Nos usuários de domperidona, especialmente em adultos, os efeitos extrapiramidais são muito raros, mas a domperidona estimula a liberação de prolactina a partir da hipófise. Os seus efeitos antieméticos podem ser devidos a uma combinação de um efeito periférico (gastrocinético) com o antagonismo dos receptores dopaminérgicos na zona quimioreceptora de gatilho, que fica fora da barreira hematoencefálica. Estudos em animais e as baixas concentrações encontradas no cérebro indicam um efeito periférico predominante da domperidona nos receptores dopaminérgicos.
Estudos em humanos mostram que a domperidona aumenta a pressão esofágica inferior, melhora a motilidade antroduodenal e acelera o esvaziamento gástrico. Não há qualquer efeito sobre a secreção gástrica.
Metabolismo e farmacocinética
Nos indivíduos em jejum, a domperidona é rapidamente absorvida após a administração oral, com pico de concentração plasmática em 30 a 60 minutos. A baixa biodisponibilidade absoluta da domperidona oral (aproximadamente 15%) é devida a um extensivo metabolismo na primeira passagem pela parede intestinal e fígado. Apesar da biodisponibilidade da domperidona ser aumentada nos indivíduos normais quando tomada após as refeições, pacientes com queixas gastrintestinais devem tomar a domperidona 15-30 minutos antes das refeições. A redução da acidez gástrica perturba a absorção da domperidona. A biodisponibilidade oral é diminuída pela administração prévia e concomitante de cimetidina e bicarbonato de sódio. O tempo do pico de absorção é ligeiramente retardado e a AUC levemente aumentada quando o medicamento é tomado por via oral após as refeições.
A domperidona oral não parece se acumular ou induzir seu próprio metabolismo; o pico do nível plasmático após 90 minutos é de 21 ng/mL após 2 semanas de administração oral de 30 mg por dia, ele é quase o mesmo que o pico de 18 ng/mL após a primeira dose. A ligação à proteínas plasmáticas da domperidona é de 91-93%.
Os estudos de distribuição em animais mostrou uma ampla distribuição tecidual, mas baixas concentrações no cérebro. Pequenas quantidades do fármaco atravessam a placenta em ratas.
A domperidona sofre um rápido e extenso metabolismo hepático pela hidroxilação e a N-desalquilação. Experimentos do metabolismo in vitro com inibidores diagnósticos revelaram que o CYP3A4 é a principal forma do citocromo P-450 envolvida na N-dealquilação da domperidona, enquanto que o CYP3A4, o CYP1A2 e o CYP3E1 estão envolvidos na hidroxilação aromática da domperidona. As excreções urinária e fecal são respectivamente de 31 e 66% da dose oral. A proporção de fármaco excretado inalterado é pequena (10% da excreção fecal e aproximadamente 1% da excreção urinária). A meia-vida plasmática após a dose oral única é 7-9 horas em indivíduos saudáveis, mas é prolongada em pacientes com insuficiência renal grave.
Dados pré-clínicos
Foram observados efeitos teratogênicos em ratas em uma dose alta, tóxica para a mãe (40 vezes maior do que a dose recomendada para humanos). Teratogenicidade não foi observada em camundongos e coelhos. Estudos eletrofisiológicos in vitro e in vivo mostraram que a domperidona, em concentrações altas, pode prolongar o intervalo QTc.

Farmacocinética

Os distúrbios digestivos provocados por uma discinesia esôfago-gastro-duodenal pós-prandial, correspondem hoje a uma das síndromes mais frequentes que se apresentam na prática clínica. Pelas suas manifestações funcionais - distensão gástrica, azia, pirose ou mesmo dores epigástricas - esta síndrome traduz, frequentemente, uma desarmonia motora do esfíncter inferior do esôfago, das contrações antrais e do ritmo de abertura e fechamento do esfíncter pilórico. Consequentemente à sua ação antidopaminérgica, Dompliv restaura a harmonia rítmica motora do esôfago, estômago e duodeno, possibilitando a reorganização da sequência das etapas digestivas. Além disso, a domperidona possui potente ação antiemética.
Farmacologia
Dompliv contém domperidona, um antagonista da dopamina com propriedades antieméticas. A domperidona não atravessa imediatamente a barreira hematoencefálica. Nos usuários de domperidona, especialmente em adultos, os efeitos extrapiramidais são muito raros, mas a domperidona estimula a liberação de prolactina a partir da hipófise. Os seus efeitos antieméticos podem ser devidos a uma combinação de um efeito periférico (gastrocinético) com o antagonismo dos receptores dopaminérgicos na zona quimioreceptora de gatilho, que fica fora da barreira hematoencefálica. Estudos em animais e as baixas concentrações encontradas no cérebro indicam um efeito periférico predominante da domperidona nos receptores dopaminérgicos.
Estudos em humanos mostram que a domperidona aumenta a pressão esofágica inferior, melhora a motilidade antroduodenal e acelera o esvaziamento gástrico. Não há qualquer efeito sobre a secreção gástrica.
Metabolismo e farmacocinética
Nos indivíduos em jejum, a domperidona é rapidamente absorvida após a administração oral, com pico de concentração plasmática em 30 a 60 minutos. A baixa biodisponibilidade absoluta da domperidona oral (aproximadamente 15%) é devida a um extensivo metabolismo na primeira passagem pela parede intestinal e fígado. Apesar da biodisponibilidade da domperidona ser aumentada nos indivíduos normais quando tomada após as refeições, pacientes com queixas gastrintestinais devem tomar a domperidona 15-30 minutos antes das refeições. A redução da acidez gástrica perturba a absorção da domperidona. A biodisponibilidade oral é diminuída pela administração prévia e concomitante de cimetidina e bicarbonato de sódio. O tempo do pico de absorção é ligeiramente retardado e a AUC levemente aumentada quando o medicamento é tomado por via oral após as refeições.
A domperidona oral não parece se acumular ou induzir seu próprio metabolismo; o pico do nível plasmático após 90 minutos é de 21 ng/mL após 2 semanas de administração oral de 30 mg por dia, ele é quase o mesmo que o pico de 18 ng/mL após a primeira dose. A ligação à proteínas plasmáticas da domperidona é de 91-93%.
Os estudos de distribuição em animais mostrou uma ampla distribuição tecidual, mas baixas concentrações no cérebro. Pequenas quantidades do fármaco atravessam a placenta em ratas.
A domperidona sofre um rápido e extenso metabolismo hepático pela hidroxilação e a N-desalquilação. Experimentos do metabolismo in vitro com inibidores diagnósticos revelaram que o CYP3A4 é a principal forma do citocromo P-450 envolvida na N-dealquilação da domperidona, enquanto que o CYP3A4, o CYP1A2 e o CYP3E1 estão envolvidos na hidroxilação aromática da domperidona. As excreções urinária e fecal são respectivamente de 31 e 66% da dose oral. A proporção de fármaco excretado inalterado é pequena (10% da excreção fecal e aproximadamente 1% da excreção urinária). A meia-vida plasmática após a dose oral única é 7-9 horas em indivíduos saudáveis, mas é prolongada em pacientes com insuficiência renal grave.
Dados pré-clínicos
Foram observados efeitos teratogênicos em ratas em uma dose alta, tóxica para a mãe (40 vezes maior do que a dose recomendada para humanos). Teratogenicidade não foi observada em camundongos e coelhos. Estudos eletrofisiológicos in vitro e in vivo mostraram que a domperidona, em concentrações altas, pode prolongar o intervalo QTc.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Reg. MS: n° 1.0235.0982

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Indicado para o tratamento de:

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