DICLOFENACO SÓDICO

1013 | Laboratório MERCK

Descrição

Ação Terapêutica: Analgésicos

Composição

Cada cápsula contém:diclofenaco sódico 100 mg. Excipientes: carmelose sódica, celulose microcristalina, citrato trietílico, trimiristina, copolímero de ácido metacrílico, lactose monoidratada e talco.

Apresentação

Cápsula
diclofenaco sódico 100 mg
- Embalagem contendo 10 cápsulas.
USO ORAL - ADULTO

Indicações

Como antiinflamatório, analgésico e antipirético.

Dosagem

Crianças acima de 14 anos e adultos:
Uma cápsula ao dia, ingerida sem mastigar, com um pouco de líquido, antes ou depois das refeições, ou outra posologia a critério médico. A duração do tratamento depende da patologia e da resposta clínica do paciente.

Contra-indicações

O diclofenaco sódico - cápsulas não deve ser utilizado por pacientes com úlceras pépticas, gastrites e duodenites. O uso do produto é também contra-indicado em pessoas com porfiria aguda e nas com reconhecida hipersensibilidade ao diclofenaco ou a qualquer um dos excipientes, assim como naqueles pacientes alérgicos cujas crises de asma e/ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo uso de salicilatos e outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas.
Não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

Reações Adversas

Embora possam ocorrer reações adversas em cerca de 30% dos pacientes tratados com diclofenaco, essas reações são em geral pouco importantes, somente obrigando à interrupção do tratamento em menos de 1% dos casos. As reações adversas mais comuns envolvem o aparelho gastrintestinal (13,5-25%) e o sistema nervoso (1-9%):
No aparelho gastrintestinal - náuseas, vômitos, epigastralgia, diarréia, sangramento gastrintestinal, alterações na função hepática, exacerbação de colite ulcerativa, casos isolados de úlcera péptica com perfuração.
No sistema nervoso - cefaléia, vertigem, insônia, sonolência, agitação, convulsões, distúrbios visuais (visão borrada e diplopia).
Existem relatos, pouco freqüentes, das seguintes reações adversas:
Erupções cutâneas, fenômenos de hipersensibilidade (broncoespasmo, reações anafiláticas ou anafilactóides), edema, eritema multiforme, fotossensibilização, insuficiência renal aguda, hematúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica e síndrome de Stevens-Johnson.

Precauções

Em tratamentos prolongados deve-se controlar periodicamente o hemograma e as funções renal e hepática.
Como as prostaglandinas têm grande importância na manutenção do fluxo sanguíneo renal, o produto deve ser empregado com cautela em nefropatas, cardiopatas, pacientes em uso de diuréticos e após grandes cirurgias.
É igualmente recomendável cautela ao prescrevê-lo a idosos, em especial, aqueles que tenham função renal prejudicada e em uso de diuréticos e beta-bloqueadores. Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros distúrbios do sistema nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas. Em pacientes grávidas, diclofenaco sódico - cápsulas só deverá ser prescrito em casos de extrema necessidade. Essa recomendação é especialmente aplicável nos três últimos meses de gravidez, pela possibilidade de ocorrerem alterações na motilidade uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial.
É pequena a quantidade de diclofenaco eliminada no leite materno, podendo, no entanto, ocasionar efeitos indesejáveis sobre o lactente. Conseqüentemente, é aconselhável que mulheres que estejam amamentando abstenham-se de usar diclofenaco sódico - cápsulas.

Interação com outros medicamentos

O diclofenaco, tal como outros antiinflamatórios não-hormonais, interage com anti-hipertensivos e diuréticos provocando, no primeiro caso, hipertensão e, no segundo, anulação do efeito diurético com exacerbação de insuficiência cardíaca e hipertensão. A utilização de diuréticos poupadores de potássio deve ser acompanhada de controle de potassemia, pois esses agentes, combinados aos antiinflamatórios não-hormonais, podem ocasionar aumento da potassemia e insuficiência renal aguda reversível. Não existem relatos de interações significativas entre o diclofenaco e anticoagulantes, assim como entre aquela substância e os antidiabéticos orais. A utilização de antiinflamatórios não-hormonais, menos de 24 horas após ou antes de tratamento com metotrexato pode ocasionar elevação dos níveis séricos dessa última droga e aumentar sua toxicidade. O diclofenaco aumenta os níveis plasmáticos de lítio, por prejudicar sua excreção renal.

Superdose

São raros os relatos de superdose de antiinflamatórios não-hormonais. Isso decorre de serem essas substâncias gastroirritantes (provocando vômito, quando em doses elevadas) e de fácil excreção pelos rins. Considerando a curta duração da meia-vida do diclofenaco, pode-se esperar grande margem de segurança. O tratamento da superdose e da intoxicação aguda consiste, essencialmente, em medidas de suporte e tratamento sintomático se surgirem complicações (hipotensão, depressão respiratória, insuficiência renal, convulsões, irritação). Em caso de ingestão de número excessivo de cápsulas, o tratamento compreende também lavagem gástrica e uso de carvão ativado.

Informação para o paciente

Ação esperada do medicamento
O diclofenaco sódico tem ação analgésica e antiinflamatória, que se manifesta uma hora após a ingestão da cápsula, permanecendo por tempo prolongado.
Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da umidade.
Prazo de validade
O diclofenaco sódico - cápsulas tem prazo de validade de 48 meses a partir da data de fabricação indicada na embalagem.
Não utilizar os medicamentos se os prazos de validade estiverem vencidos, pois há redução de eficácia.
Gravidez e lactação
O diclofenaco sódico não deve ser usado por gestantes e mulheres que estejam amamentando, a não ser que haja extrema necessidade.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração
As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar com um pouco de líquido, antes ou depois das refeições.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas
O diclofenaco sódico é bem tolerado. Apenas em menos de 1% dos casos as reações desagradáveis obrigam à interrupção do tratamento. O médico deverá ser informado caso ocorram reações desagradáveis, tais como: enjôos, vômitos, diarréia, dor na barriga, perda de sangue nas fezes, tonteira, insônia, sonolência, dor de cabeça, erupções e vermelhidão na pele, coceira generalizada, falta de ar, etc.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias
Os alimentos não prejudicam a absorção do medicamento. Não ingerir com álcool.
Contra-indicações e Precauções
O diclofenaco sódico não deve ser utilizado por pessoas com gastrite, duodenite e úlcera no estômago e duodeno, assim como por pessoas com porfiria aguda e pessoas alérgicas que tem crises de asma, urticária ou rinite ao tomar salicilatos. O diclofenaco sódico não é recomendado para crianças.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Não deve ser usado na gravidez e lactação.
NÃO É INDICADO PARA CRIANÇAS ABAIXO DE 14 ANOS, COM EXCEÇÃO DE CASOS DE ARTRITE JUVENIL CRÔNICA. NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

Informação técnica

Características
O diclofenaco sódico - cápsulas contém substância antiinflamatória não-hormonal, com potente ação analgésica e antitérmica por interferência na cascata do ácido araquidônico. São conhecidas as ações pró-inflamatórias dos derivados do ácido araquidônico, atribuindo-se às prostaglandinas e aos leucotrienos, pelo menos parcialmente, a responsabilidade pelos sinais clássicos de inflamação, tais como eritema, permeabilidade vascular aumentada, edema e dor. O diclofenaco, assim como a maioria dos antiinflamatórios não-hormonais, inibe a enzima ciclo-oxigenase, responsável pela transformação do ácido araquidônico em PGG2, etapa indispensável à formação de prostaglandinas, prostaciclina e tromboxano. Além disso, existem estudos indicativos de que o diclofenaco, ao contrário de outros antiinflamatórios não-hormonais, reduz a quantidade de ácido araquidônico disponível, inibindo sua liberação e aumentando sua reincorporação aos triglicerídios celulares. Dessa maneira, o diclofenaco reduz também a formação de ácido 5-hidroxieicosatetranóico (5-HETE) e de leucotrieno B4, produtos da metabolização do ácido araquidônico na via das lipoxigenases. Graças a essas ações farmacológicas, o diclofenaco reduz o processo inflamatório de origem reumática, traumática ou infecciosa, exercendo pronunciado efeito analgésico em diversas condições dolorosas, relacionadas ao aumento das prostaglandinas (p. ex. dismenorréia, enxaqueca). O diclofenaco é fácil e rapidamente absorvido pelo tubo digestivo ou a partir do local da injeção, atingindo concentrações máximas a partir de 1 hora após a ingestão, 20 minutos após a aplicação intramuscular ou 40 minutos após a aplicação do supositório. Embora sua meia-vida plasmática seja em média, cerca de 2 horas, o medicamento é eficaz mesmo quando administrado uma ou duas vezes ao dia. Isso se deve à sua capacidade de atingir níveis significativos e duradouros nos locais inflamados. Existem estudos comprovando que o diclofenaco, 2 horas após a injeção e 4 horas após a ingestão, atinge picos máximos no líquido sinovial, nele permanecendo em altas concentrações mesmo após 24 horas.

Farmacocinética

Características
O diclofenaco sódico - cápsulas contém substância antiinflamatória não-hormonal, com potente ação analgésica e antitérmica por interferência na cascata do ácido araquidônico. São conhecidas as ações pró-inflamatórias dos derivados do ácido araquidônico, atribuindo-se às prostaglandinas e aos leucotrienos, pelo menos parcialmente, a responsabilidade pelos sinais clássicos de inflamação, tais como eritema, permeabilidade vascular aumentada, edema e dor. O diclofenaco, assim como a maioria dos antiinflamatórios não-hormonais, inibe a enzima ciclo-oxigenase, responsável pela transformação do ácido araquidônico em PGG2, etapa indispensável à formação de prostaglandinas, prostaciclina e tromboxano. Além disso, existem estudos indicativos de que o diclofenaco, ao contrário de outros antiinflamatórios não-hormonais, reduz a quantidade de ácido araquidônico disponível, inibindo sua liberação e aumentando sua reincorporação aos triglicerídios celulares. Dessa maneira, o diclofenaco reduz também a formação de ácido 5-hidroxieicosatetranóico (5-HETE) e de leucotrieno B4, produtos da metabolização do ácido araquidônico na via das lipoxigenases. Graças a essas ações farmacológicas, o diclofenaco reduz o processo inflamatório de origem reumática, traumática ou infecciosa, exercendo pronunciado efeito analgésico em diversas condições dolorosas, relacionadas ao aumento das prostaglandinas (p. ex. dismenorréia, enxaqueca). O diclofenaco é fácil e rapidamente absorvido pelo tubo digestivo ou a partir do local da injeção, atingindo concentrações máximas a partir de 1 hora após a ingestão, 20 minutos após a aplicação intramuscular ou 40 minutos após a aplicação do supositório. Embora sua meia-vida plasmática seja em média, cerca de 2 horas, o medicamento é eficaz mesmo quando administrado uma ou duas vezes ao dia. Isso se deve à sua capacidade de atingir níveis significativos e duradouros nos locais inflamados. Existem estudos comprovando que o diclofenaco, 2 horas após a injeção e 4 horas após a ingestão, atinge picos máximos no líquido sinovial, nele permanecendo em altas concentrações mesmo após 24 horas.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
M.S. 1.0089.0318
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