KLARICID UD

1582 | Laboratório ABBOTT

Descrição

Princípio ativo: Claritromicina,
Ação Terapêutica: Antibióticos e quimioterápicos antibacter.

Composição

Cada comprimido de liberação prolongada contém: Claritromicina 500 mg. Excipientes: ácido cítrico anidro, alginato de sódio, alginato de cálcio e sódio, lactose, polividona, talco, ácido esteárico, estearato de magnésio, hipromelose, polietilenoglicol 400 e 8000, dióxido de titânio, corante amarelo quinolina E104, ácido sórbico.

Apresentação

KLARICID® UD (claritromicina): embalagens com 6, 7 e 10 comprimidos de liberação prolongada de 500 mg cada (Lista n° M-299) - Via oral
USO ADULTO

Indicações

O medicamento está indicado para o tratamento de infecções de vias respiratórias e de infecções de pele e tecidos moles, causadas por todos os microorganismos sensíveis à claritromicina.

Dosagem

A posologia habitual de KLARICID UD (claritromicina) para adultos é de um comprimido de liberação prolongada de 500 mg, por via oral, uma vez ao dia com alimento. Nas infecções mais graves, a posologia pode ser aumentada para 1000 mg (2 comprimidos de 500 mg), uma vez ao dia. A duração habitual do tratamento é de 5 a 14 dias, exceto os tratamentos da pneumonia adquirida na comunidade e sinusites, que requerem de 6 a 14 dias de tratamento.

Contra-indicações

O medicamento está contraindicado para o tratamento de pacientes com conhecida hipersensibilidade aos antibióticos macrolídeos e a qualquer componente da fórmula. A administração concomitante de claritromicina com astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina e ergotamina ou diidroergotamina está contraindicada. KLARICID® UD (claritromicina) é contra-indicado para pacientes com alteração importante da função dos rins (depuração de creatinina menor do que 30 mL/min). Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.

Reações Adversas

Perturbações gastrintestinais como náusea, dispepsia, dor abdominal, vômito e diarréia. Outras reações adversas foram cefaléia; paladar alterado e elevação transitória de enzimas hepáticas. Reações adversas reportadas voluntariamente pela população (Farmacovigilância pós-comercialização):disfunção hepática, incluindo aumento de enzimas hepáticas, hepatite colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia, colite pseudomembranosa, prolongamento de intervalos QT, taquicardia ventricular e Torsades de Pointes, glossite, estomatite, monilíase oral, descoloração da língua e dos dentes, reações alérgicas, desde urticária e erupções cutâneas leves, até anafilaxia e síndrome de Stevens-Johnson, houveram relatos de efeitos transitórios sobre o SNC, incluindo tontura, vertigens, ansiedade, insônia, pesadelos, zumbidos, confusão, desorientação, alucinação, psicose, despersonalização e depressão; perda auditiva, distorções no sistema olfativo (parosmia) e perda total deste sentido (anosmia), normalmente em conjunto com distorções do paladar (disgeusia) e perda total da gustação (ageusia). Foram relatados raros casos de hipoglicemia, leucopenia, trombocitopenia, pancreatite, convulsões e nefrite intersticial com o uso de claritromicina.

Precauções

O uso prolongado deste medicamento, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento; diarréia associada à Clostridium difficile(CDAD) foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarréia leve a colite fatal. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon, o que pode levar à proliferação de C. Difficile. O agravamento dos sintomas de miastenia gravis foi relatado em pacientes recebendo terapia com claritromicina. Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando usada juntamente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência renal. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes. Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre a claritromicina e os outros macrolídeos, como a lincomicina e a clindamicina. Uso na gravidez e amamentação:Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. A segurança do uso da claritromicina durante a gravidez não foi ainda estabelecida. Os benefícios e os riscos da utilização devem ser ponderados pelo médico prescritor, principalmente durante os três primeiros meses da gravidez. A segurança do uso da claritromicina durante o aleitamento materno ainda não está estabelecida, porém é sabido que a claritromicina é excretada pelo leite materno. Uso em pacientes com disfunção renal:o medicamento não deve ser utilizado em pacientes com insuficiência renal significante (depuração de creatinina menor do que 30 mL/min). Para pacientes com disfunção renal moderada (depuração de creatinina de 30 a 60 mL/min), a dose deve ser reduzida em 50%. Uso em pacientes com disfunção hepática:não são necessários ajustes nas doses de claritromicina em pacientes com disfunção hepática moderada ou grave, desde que apresentem função renal normal.

Interação com outros medicamentos

O uso dos seguintes medicamentos é estritamente contraindicado, devido à gravidade dos efeitos causados pelas possíveis interações medicamentosas: astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina e ergotamina ou diidroergotamina. Os seguintes medicamentos alteram ou são suspeitos de alterar a concentração de claritromicina na circulação sanguínea, por essa razão, ajustes posológicos da dose de claritromicina ou a adoção de tratamento alternativo devem ser considerados: efavirenz, nevirapina, rifampicina, rifabutina, rifapentina, fluconazol e ritonavir. O uso da claritromicina na terapia com os seguintes medicamentos pode provocar interferência: antiarrítmicos, interações relacionadas à CYP3A4, inibidores da HMG-CoA redutase, omeprazol, anticoagulantes orais, sildenafila, tadalafila, vardenafila, teofilina, carbamazepina, tolterodina e benzodiazepínicos. Outras interações medicamentosas: colchicina, digoxina e zidovudina. Interações medicamentosas bidirecionais: atazanavir, itraconazol, saquinavir e verapamil.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
MS n° 1.0553.0200.
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