ANTAK

3055 | Laboratório GLAXOSMITHKLINE

Descrição

Princípio ativo: Ranitidina,
Ação Terapêutica: Antiulcerosos e antissecretores

Composição

Antak®comprimidos revestidos 150 mg: cloridrato de ranitidina 168 mg*, excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, Opadry OY-S-7322 (hidroxipropilmetilcelulose, dióxido de titânio e triacetina) q.s.p. 1 comprimido
* Correspondentes a 150 mg de ranitidina.
Antak®comprimidos revestidos 300 mg: cloridrato de ranitidina 336 mg*, excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, Opadry OY-S-7322 (hidroxipropilmetilcelulose, dióxido de titânio e triacetina) q.s.p. 1 comprimido
* Correspondentes a 300 mg de ranitidina.

Apresentação

Antak® comprimidos revestidos 150 mg: apresentado em caixas com 10 e 20 comprimidos. Antak® comprimidos revestidos 300 mg: apresentado em caixas com 10 e 20 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Indicações

Antak®é indicado no tratamento de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, incluindo aquelas associadas a agentes anti-inflamatórios não-esteroidais.
Também é usado na prevenção de úlceras duodenais associadas a agentes anti-inflamatórios não-esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera duodenal relacionada à infecção porH. pylori, úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo, alívio dos sintomas de refluxo gastroesofágico, Síndrome de Zollinger-Ellison e dispepsia episódica crônica, caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) que está associada às refeições ou distúrbios do sono mas não associada às condições citadas anteriormente.
Antak® é indicado, ainda, nas situações em que é desejável a redução da produção de ácido: profilaxia da úlcera de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia recorrente em pacientes com úlcera péptica e prevenção da síndrome de aspiração ácida (Síndrome de Mendelson).

Dosagem

Modo de usar
Os comprimidos de Antak®devem ser administrados com um copo de água. Caso uma dose seja esquecida, deve ser tomada o quanto antes, prosseguindo-se com o horário normal das demais doses.
Posologia
Adultos
-Úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna
Tratamento agudo:
A dose-padrão usual para o tratamento agudo de úlcera gástrica benigna e úlcera duodenal é de 150 mg, duas vezes ao dia, ou dose única de 300 mg à noite. Na maioria dos casos de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas. Em alguns pacientes, esse período pode se estender até oito semanas.
Na úlcera duodenal, com 300 mg duas vezes ao dia durante quatro semanas, obtêm-se taxas de cicatrização maiores do que com 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite), durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado à maior incidência de efeitos colaterais.
Tratamento de longo prazo:
No tratamento de longo prazo, a dose geralmente utilizada é de 150 mg à noite. O tabagismo está relacionado à maior frequência de reincidência de úlcera duodenal. Em pacientes fumantes que não conseguem evitar fumar durante o tratamento, uma dose de 300 mg à noite proporciona benefício terapêutico adicional sobre o regime de doses de 150 mg.
-Úlcera péptica associada ao uso de anti-inflamatórios não-esteroidais
Tratamento agudo:
No caso de úlceras que se desenvolvem durante a terapia com anti-inflamatórios não-esteroidais ou associadas ao uso continuado dessas drogas, podem ser necessárias de oito a doze semanas de tratamento com ranitidina, administrando150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite.
Prevenção:
Para a prevenção de úlceras duodenais associadas ao uso de anti-inflamatórios não-esteroidais, podem ser administrados concomitantemente 150 mg de ranitidina duas vezes ao dia.
-Úlcera duodenal associada à infecção por Helicobacter pylori
A dose de 300 mg à noite (ou 150 mg, duas vezes ao dia) de ranitidina pode ser administrada em associação com 750 mg de amoxicilina oral três vezes ao dia e 500 mg de metronidazol três vezes ao dia, por duas semanas. Terminado esse período, a terapia deve ser continuada por mais duas semanas apenas com Antak®. Esse regime reduz significativamente a recidiva de úlcera duodenal.
-Úlcera pós-operatória
O regime-padrão é de 150 mg, duas vezes ao dia. Na maioria dos casos, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas, mas em alguns pacientes esse período pode se estender até oito semanas.
-Refluxo gastroesofágico
Tratamento agudo:
Na esofagite de refluxo, recomenda-se 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg, à noite, durante oito semanas. O período do tratamento pode se estender até 12 semanas, se necessário. Em pacientes com esofagite moderada ou grave, a dose pode ser aumentada para 150 mg, quatro vezes ao dia, por até 12 semanas.
Tratamento de longo prazo:
A dose oral recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia.
Alívio dos sintomas:
Recomenda-se 150 mg, duas vezes ao dia, durante duas semanas. O tratamento pode ser continuado por mais duas semanas nos pacientes que não respondem adequadamente à terapia inicial.
-Síndrome de Zollinger-Ellison
A dose inicial recomendada é de 150 mg, três vezes ao dia, e pode ser aumentada, se necessário. Doses diárias de até 6 g têm sido bem toleradas.
-Dispepsia episódica crônica
A dose-padrão recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia, por até seis semanas.
Qualquer paciente que não responda à terapia ou que tenha recidiva logo após o tratamento deve ser investigado.
-Profilaxia da síndrome de Mendelson (pneumonite por broncoaspiração)
Deve-se utilizar a dose de 150 mg duas horas antes da anestesia e, preferivelmente, 150 mg na noite anterior. Alternativamente, o uso de Antak® Injetável pode ser considerado. Em pacientes em trabalho de parto, a dose recomendada é de 150 mg a cada seis horas. Porém, se for necessária anestesia geral, recomenda-se que, adicionalmente, seja administrado um antiácido (por exemplo, citrato de sódio).
-Profilaxia da hemorragia decorrente de estresse em pacientes gravemente enfermos/profilaxia de hemorragia recorrente em pacientes com sangramento devido à ulceração péptica
O uso da dose de 150 mg por via oral, duas vezes ao dia, deve ser substituído por Antak®Injetável até que o paciente possa ingerir alimentos normalmente.
Crianças
A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é de 2 a 4 mg/kg, duas vezes ao dia. Pode-se chegar ao máximo de 300 mg de ranitidina por dia.
Pacientes acima de 50 anos de idade
(ver Farmacocinética, Populações Especiais de Pacientes, Pacientes acima de 50 anos de idade)
Não existe a necessidade de ajuste de dose em pacientes idosos.
Insuficiência renal
Pode ocorrer acúmulo de ranitidina, resultando em elevadas concentrações plasmáticas, nos pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina abaixo de 50 mL/min). Nestes casos, a dose diária de ranitidina deve ser de 150 mg. Pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica devem ingerir 150 mg de ranitidina imediatamente após a diálise.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Contra-indicações

Antak®é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.
Categoria B de risco na gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Reações Adversas

As reações adversas estão classificadas segundo o sistema orgânico e a frequência - muito comum (1/10), comum ( >1/100, < 1/10), incomum ( >1/1.000, < 1/100), rara ( >1/10.000, < 1/1.000) e muito rara ( < 1/10.000).
Os eventos adversos foram estimados com base em relatos espontâneos pós-comercialização.
Reações raras ( >1/10.000 e < 1/1.000):
-Reações de hipersensibilidade (urticária, edema angioneurótico, febre, broncoespasmo, hipotensão e dor no peito). Conforme relatos, esses eventos ocorreram após uma única dose.
-Mudanças transitórias e reversíveis nos exames de função hepática. Esses sintomas são normalmente reversíveis.
-Erupções cutâneas.
Reações muito raras ( < 1/10.000):
-Leucopenia e trombocitopenia, geralmente reversíveis; agranulocitose ou pancitopenia, algumas vezes com hipoplasia ou aplasia medulares.
-Choque anafilático. Conforme relatos, esses eventos ocorreram após uma única dose.
-Confusão mental, depressão e alucinação reversíveis. Esses sintomas foram relatados predominantemente por pacientes gravemente enfermos e por idosos.
-Cefaleia (às vezes, grave), vertigem e movimentos involuntários reversíveis.
-Visão turva reversível. Esse sintoma é sugestivo de alteração de acomodação visual.
-Como ocorre com outros antagonistas do receptor H2, bradicardia, bloqueio atrioventricular e assistolia (apenas quando se usa a apresentação injetável).
-Vasculite.
-Pancreatite aguda, diarreia.
-Hepatite (hepatocelular, hepatocanalicular ou mista), com ou sem icterícia. Esses sintomas são normalmente reversíveis.
-Eritema multiforme, alopecia.
-Artralgia e mialgia.
-Nefrite aguda intersticial.
-Impotência reversível e alterações nas mamas (como ginecomastia e galactorreia)
Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Precauções

O tratamento com ranitidina pode mascarar sintomas relacionados ao carcinoma gástrico e, assim, retardar o diagnóstico da doença. Diante de suspeita de úlcera gástrica, deve ser excluída a possibilidade de patologia maligna antes de se instituir a terapia com Antak®. Como a ranitidina é excretada por via renal, é esperado que os níveis plasmáticos aumentem ou se prolonguem diante de insuficiência renal. Na vigência de insuficiência renal, recomenda-se ajuste posológico, de acordo com o clearance.
Deve-se evitar o uso de ranitidina em pacientes com história de porfiria aguda, visto que há relatos, embora raros, de crises dessa doençaprecipitadas pela ranitidina. É recomendado o monitoramento regular dos pacientes que estão em terapia concomitante com anti-inflamatórios não-esteroidais e ranitidina, especialmente dos idosos e daqueles com histórico de úlcera péptica.
Em idosos, pacientes com doença pulmonar crônica, diabetes ou imunodeprimidos, pode haver aumento do risco de desenvolver pneumonia comunitária. Em um grande estudo epidemiológico, observou-se risco relativo ajustado de 1,63 (95% IC, 1,07-2,48) em usuários de drogas antagonistas do receptor H2, em comparação a pacientes que interromperam o tratamento.
Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas
Não há efeitos reportados relacionados ao uso de Antak®.
Fertilidade
Não há dados sobre o efeito da ranitidina na fertilidade humana. Não houve efeitos na fertilidade masculina ou feminina em estudos realizados em animais.
Gravidez e lactação
A ranitidina atravessa a barreira placentária e é secretada no leite materno. Como qualquer droga, o medicamento só deve ser usado durante a gravidez e o aleitamento caso seja essencial.
Categoria B de risco na gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Resultados de eficácia

Antak® proporcionou cura da úlcera duodenal em 83% dos pacientes, comparado com 32% do grupo placebo, após quatro semanas de tratamento. Pacientes com úlcera gástrica tratados por 12 semanas alcançaram a cura em 89% dos casos, comparados com 72% do grupo placebo. Taxas de cura para esofagite erosiva foram 83 e 81%, respectivamente, para os grupos que usaram 150 e 300 mg de ranitidina (grupo placebo = 58%).
JOHNSON, JA; et al. Ranitidine 300 mg at bedtime is effective for gastric ulcers: a 12-wk, multicenter, randomized, double-blind, placebo-controlled comparison. The Ranitidine 300 mg HS Gastric Ulcer Study Group. Am J Gastroenterol. [S.l.], v. 88, n. 7, p. 1071-75, 1993.
ROUFAIL, W; et al. A study of two hundred and eight patients in premature labour treated with orally administered Ranitidine for erosive oesophagitis: a double-blind, placebo-controlled study. Glaxo Erosive Esophagitis Study Group. Aliment Pharmacol Ther. [S.l.], v. 6, n. 5, p. 597-607, 1992.
LEE, FI. Comparison of twice-daily ranitidine and placebo in the treatment of duodenal ulcer - a multicentre study in the United Kingdom. [S.l.], v. 29, n. 3, p. 127-129, 1982.

Interação com outros medicamentos

A ranitidina tem o potencial de afetar a absorção, o metabolismo e a excreção renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada pode exigir ajuste na dosagem do medicamento afetado ou a interrupção do tratamento. As interações ocorrem por vários mecanismos, como:
1) Inibição do sistema oxigenase de função mista associado ao citocromo P450
A ranitidina, nas doses terapêuticas usuais, não potencializa a ação dos fármacos inativados por esse sistema de enzimas, como diazepam, lidocaína, fenitoína, propranolol e teofilina.
Houve relatos de alteração no tempo de protrombina com o uso de anticoagulantes de cumarina (por exemplo, varfarina). Devido ao índice terapêutico estreito, é recomendada monitoração cuidadosa da elevação ou da redução do tempo de protrombina durante o tratamento concomitante com a ranitidina.
2) Competição pela secreção tubular renal
Uma vez que a ranitidina é parcialmente eliminada pelo sistema catiônico, ela pode afetar a eliminação de outros medicamentos por essa rota. Doses altas de ranitidina (como as usadas no tratamento da Síndrome de Zollinger-Ellison) podem reduzir a excreção de procainamida e N-acetilprocainamida, o que resulta em níveis plasmáticos elevados desses fármacos.
3) Alteração do pH gástrico
A biodisponibilidade de certos fármacos pode ser afetada. Ou seja, a absorção pode ser aumentada (caso de triazolam, midazolam, glipizida) ou reduzida (caso de cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinibe).
Não há evidências de interação da ranitidina com amoxicilina e metronidazol.
Quando altas doses (2 g) de sucralfato são administradas concomitantemente com ranitidina, a absorção desta pode ser reduzida. Tal efeito não é observado caso o sucralfato seja tomado duas horas após a ranitidina.
O uso simultâneo com cetoconazol pode resultar na redução da absorção do cetoconazol. Os pacientes devem receber a ranitidina duas horas após o uso do cetoconazol.

Cuidado de armazenamento

Antak®comprimidos revestidos deve ser mantido em sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspectos físicos/características organolépticas
Antak®
150 mg:comprimidos redondos, revestidos, brancos, com a concentração gravada de um dos lados.
Antak®300 mg: comprimidos de forma capsular, revestidos, brancos, com a concentração gravada de um dos lados.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Superdose

Devido à elevada especificidade de ação da ranitidina, não é esperada a ocorrência de problemas de maior gravidade no caso de eventual superdosagem de Antak®. Se necessário, no entanto, pode ser instituída terapia sintomática e de suporte, assim como a remoção da droga por hemodiálise.
Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informação para o paciente

Manter o produto em local fresco (temperatura inferior a 30°C) e protegido da luz. Todas as soluções de ANTAK para uso intravenoso, preparadas com líquidos normalmente usados para este fim, devem ser descartadas depois de 24 horas. O prazo de validade, juntamente com o número do lote e a data de fabricação, encontra-se registrado na caixa do produto. O número do lote encontra-se registrado também na ampola. O uso do medicamento com o prazo de validade vencido poderá, única e exclusivamente, não produzir os efeitos medicamentosos esperados. ANTAK Injetável tem como ação principal a redução da produção de ácido e pepsina do estômago, favorecendo, desse modo, a cicatrização da úlcera péptica do estômago e do duodeno, prevenindo também suas complicações. Seu início de ação é praticamente imediato. ANTAK Injetável deverá ser administrado somente por injeção no músculo ou na veia e sob supervisão médica. Informar o médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como icterícia, reações alérgicas, dificuldade de respirar, dor de cabeça, tontura, confusão mental, urticária, sintomas mamários (em homens). Tais reações são extremamente raras. O produto não poderá ser usado por pessoas que já tenham apresentado qualquer reação alérgica à ranitidina. Este produto é um novo medicamento e, embora pesquisas realizadas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis, ainda não descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.

Informação técnica

O princípio ativo de ANTAK, a ranitidina, é um antagonista-H2da histamina, dotado de alta seletividade e rápido início de ação. Seu efeito inibitório sobre a secreção basal ou estimulada de ácido gástrico se faz tanto através da redução do volume da secreção como de seu conteúdo em ácido e pepsina. A absorção de ranitidina após injeção intramuscular é rápida, sendo as concentrações plasmáticas máximas atingidas, geralmente, dentro de 15 minutos após a administração. A ranitidina não é extensivamente metabolizada. A eliminação da droga se faz primariamente por secreção tubular. A meia-vida de eliminação é de 2-3 horas. Em estudos de equilíbrio com 150mg de ranitidina 3H, 93% de uma dose intravenosa foram excretados na urina e 5% nas fezes; 60-70% de uma dose oral foram excretados na urina e 26% nas fezes. As análises de urina excretada nas primeiras 24 h após a administração mostraram que 70% da dose intravenosa e 35% da dose oral foram eliminados de forma não modificada. O metabolismo de ranitidina é similar tanto por injeção IV quanto por via oral; cerca de 6% da dose sendo excretados na urina como N-óxido, 2% como S-óxido, 2% como desmetilranitidina e 2% como análogo do ácido furóico.

Farmacocinética

O princípio ativo de ANTAK, a ranitidina, é um antagonista-H2da histamina, dotado de alta seletividade e rápido início de ação. Seu efeito inibitório sobre a secreção basal ou estimulada de ácido gástrico se faz tanto através da redução do volume da secreção como de seu conteúdo em ácido e pepsina. A absorção de ranitidina após injeção intramuscular é rápida, sendo as concentrações plasmáticas máximas atingidas, geralmente, dentro de 15 minutos após a administração. A ranitidina não é extensivamente metabolizada. A eliminação da droga se faz primariamente por secreção tubular. A meia-vida de eliminação é de 2-3 horas. Em estudos de equilíbrio com 150mg de ranitidina 3H, 93% de uma dose intravenosa foram excretados na urina e 5% nas fezes; 60-70% de uma dose oral foram excretados na urina e 26% nas fezes. As análises de urina excretada nas primeiras 24 h após a administração mostraram que 70% da dose intravenosa e 35% da dose oral foram eliminados de forma não modificada. O metabolismo de ranitidina é similar tanto por injeção IV quanto por via oral; cerca de 6% da dose sendo excretados na urina como N-óxido, 2% como S-óxido, 2% como desmetilranitidina e 2% como análogo do ácido furóico.

Dizeres legais

MS: 1.0107.0229
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.ANTAKGLAXOSMITHKLINEInjetávelranitidinaAntiulceroso.
Publicidade

iVademecum © 2016 - 2019.

Politica de Privacidade
Disponible en Google Play