CLORATADD

4003 | Laboratório EMS

Descrição

Princípio ativo: Loratadina,
Ação Terapêutica: Antialérgicos, anti-histamínicos e cortic.

Composição

Cada comprimido de CLORATADD contém: loratadina 10 mg. excipiente* q.s.p. 1 com *croscarmelose sódica, lactose, celulose microcristalina, estearato de magnésio. Cada 5 ml do xarope de CLORATADD contém: loratadina 5 mg. veículo** q.s.p. 5 ml **sacarose, propilenoglicol, propilparabeno, metilparabeno, glicerol, essência de cereja, álcool etílico, ácido cítrico, água purificada. Xarope: Atenção; este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Apresentação

• Comprimidos: Caixa com 6 e 12 comprimidos de 10 mg de loratadina.
• Xarope: Frasco com 100ml contendo 1mg/ml de loratadina + copo medida.
Uso Oral
Xarope: Uso Adulto e Pediátrico (crianças acima de 2 anos)
Comprimido: Uso Adulto e Pediátrico (crianças acima de 12 anos)

Indicações

CLORATADD está indicado para o alívio dos sintomas associados com rinite alérgica, tais como: coriza, espirros e prurido nasal, ardor e prurido ocular.
Os sinais e sintomas oculares e nasais são rapidamente aliviados após administração oral do produto. CLORATADD está também indicado para o alívio dos sinais e sintomas de urticária e outras afecções dermatológicas alérgicas.

Dosagem

Adultos e crianças acima de 12 anos: um comprimidos (10mg) ou 10ml de CLORATADD (10mg), uma vez ao dia.
Crianças de 2 a 12 anos:
- Peso corporal abaixo de 30Kg: 5ml (5mg) de CLORATADD xarope, uma vez ao dia.
- Peso corporal acima de 30Kg: 10ml (10mg) ou um comprimido de CLORATADD (10mg), uma vez ao dia.

Contra-indicações

CLORATADD está contra-indicado a pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade ou idiossincrasia a seus componentes.

Reações Adversas

CLORATADD não apresenta propriedades sedativas clinicamente significativas quando utilizado na dose recomendada de 10 mg diários. As reações adversas reportadas comumente incluem fadiga, cefaléia, sonolência, boca seca e transtornos gastrintestinais, tais como náusea, vômito, diarréia ou dor epigástrica. Também manifestações alérgicas cutâneas (exantema ou rash).
Reações adversas como alopécia, anafilaxia e função hepática anormal foram reportadas raramente com a utilização de CLORATADD comprimidos.
Da mesma forma, a incidência de reações adversas com CLORATADD xarope, tem sido comparada a do placebo. Em estudos clínicos pediátricos controlados, a incidência de cefaléia, sedação, nervosismo, relacionadas ao tratamento, foi similar a do placebo, além do que tais eventos foram raramente reportados.
Alterações de exames laboratoriais:
O tratamento com anti-histamínicos deverá ser suspenso aproximadamente 48 horas antes de se efetuar qualquer tipo de prova cutânea, já que os anti-histamínicos podem impedir ou diminuir as reações que, de outro modo, seriam positivas e, portanto, indicativas de reatividade dérmica.

Precauções

A segurança e eficácia de CLORATADD em crianças abaixo de 2 anos ainda não foram estabelecidas.
Pacientes com hepatopatia grave devem iniciar o tratamento com doses baixas de CLORATADD, uma vez que eles podem ter uma depuração reduzida de loratadina; uma dose inicial de 5 mg (5 ml) diários ou de 10 mg (10 ml) em dias alternados é recomendada.
Gravidez e lactação:
Gravidez:Não está estabelecido se o uso de CLORATADD pode acarretar riscos durante a gravidez ou lactação. Portanto, o medicamento só deverá ser utilizado se os benefícios potenciais para a mãe justificarem o risco potencial para o feto.
Lactação e Pediatria:Considerando que a loratadina é excretada no leite materno e devido ao aumento de risco do uso de anti-histamínicos por crianças, particularmente por recém-nascidos e prematuros, deve-se optar ou pela descontinuação da lactação ou pela interrupção do uso do produto.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir ou operar máquinas, pois, sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Xarope: Atenção: este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Interação com outros medicamentos

Um aumento nas concentrações plasmáticas de loratadina tem sido reportado em estudos clínicos controlados, após o uso concomitante com cetoconazol, eritromicina ou cimetidina, porém sem mudanças clinicamente significativas (incluindo eletrocardiografia).
Outros medicamentos conhecidamente inibidores do metabolismo hepático devem ser co-administrados com cautela, até que estudos definitivos de interação possam ser completados.
IMAO: Podem aumentar os efeitos antimuscarínicos dos anti-histamínicos.

Superdose

Sonolência, taquicardia e cefaléia têm sido reportadas com dosagens excessivas. Uma única ingestão de 160 mg de loratadina não produz efeitos adversos. Em caso de superdosagem, o tratamento, que deverá ser imediatamente iniciado, é sintomático e coadjuvante.
Tratamento:
O paciente deverá ser induzido ao vômito, ainda que tenha ocorrido emese espontânea. O vômito induzido farmacologicamente através da administração de xarope de ipecacuanha, é o método preferido. Entretanto, não deverão ser induzidos ao vômito pacientes com diminuição do nível de consciência. A ação da ipecacuanha é facilitada com atividade física e administração de 240 a 360 mililitros de água. Caso não ocorra emese nos 15 minutos seguintes à administração de ipecacuanha, a dose deverá ser repetida. Deverão ser tomadas precauções contra a aspiração, principalmente em crianças. Após a emese, pode-se tentar a absorção do restante do fármaco que ainda estiver no estômago, com a ajuda de carvão ativado administrado sob a forma de suspensão em água. Caso o vômito não tenha sido obtido ou esteja o mesmo contra-indicado, deverá realizar-se lavagem gástrica. O agente preferido para a lavagem gástrica em crianças é a solução salina fisiológica. Em adultos, poderá ser usada água corrente; entretanto, antes de proceder-se à instilação seguinte, deverá ser retirado o maior volume possível do líquido já administrado. Os agentes catárticos salinos atraem água para os intestinos por osmose e, portanto, podem ser valiosos por sua ação diluente rápida do conteúdo intestinal. A loratadina não é significativamente depurada por hemodiálise. Após administrar-se tratamento de emergência, o paciente deve permanecer sob observação clínica.
PACIENTES IDOSOS
Nos pacientes idosos não há necessidade de alteração da dose, pois os parâmetros farmacocinéticos não se modificam de forma significativa.
Nos pacientes idosos, a freqüência de aparecimento de sonolência é maior.
Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas procure orientação médica ou de seu cirurgião dentista.

Informação técnica

CARACTERÍSTICAS
CLORATADD é um anti-histamínico tricíclico potente, de ação prolongada, com atividade seletiva, antagônica, nos receptores H1 periféricos.
A loratadina é um derivado clorado de benzociclo-hepta-piridinopiperidina. Tem ação broncodilatadora suave. Não apresenta atividade anticolinérgica significante. CLORATADD é rapidamente absorvido no tubo digestivo, após administração oral. As concentrações plasmáticas máximas são atingidas em 1 hora, e sua meia vida é de 17 a 24 horas. A loratadina é metabolizada no fígado, de forma intensa, em descarboetoxiloratadina (metabólito ativo). Sua taxa de ligação às proteínas plasmáticas é cerca de 97 a 99%, e a do metabólito ativo é de 73 a 76%. Sua excreção é urinária e fecal, representada por cerca de 81% da dose administrada. A insuficiência renal não modifica de forma significativa a farmacocinética de CLORATADD.
Em caso de insuficiência hepática, há modificação dos parâmetros farmacocinéticos, e a dose de CLORATADD deve ser diminuída.

Farmacocinética

CARACTERÍSTICAS
CLORATADD é um anti-histamínico tricíclico potente, de ação prolongada, com atividade seletiva, antagônica, nos receptores H1 periféricos.
A loratadina é um derivado clorado de benzociclo-hepta-piridinopiperidina. Tem ação broncodilatadora suave. Não apresenta atividade anticolinérgica significante. CLORATADD é rapidamente absorvido no tubo digestivo, após administração oral. As concentrações plasmáticas máximas são atingidas em 1 hora, e sua meia vida é de 17 a 24 horas. A loratadina é metabolizada no fígado, de forma intensa, em descarboetoxiloratadina (metabólito ativo). Sua taxa de ligação às proteínas plasmáticas é cerca de 97 a 99%, e a do metabólito ativo é de 73 a 76%. Sua excreção é urinária e fecal, representada por cerca de 81% da dose administrada. A insuficiência renal não modifica de forma significativa a farmacocinética de CLORATADD.
Em caso de insuficiência hepática, há modificação dos parâmetros farmacocinéticos, e a dose de CLORATADD deve ser diminuída.

Dizeres legais

Registro M.S. n° 1.0235.0529

Indicado para o tratamento de:

Publicidade

iVademecum © 2016 - 2020.

Politica de Privacidade
Disponible en Google Play