GLUCOREUMIN

4863 | Laboratório ZAMBON

Descrição

Princípio ativo: Glicosamina,
Ação Terapêutica: Terapêutica da artrose e reumatismos

Apresentação

Glucoreumin®, sulfato de glicosamina. Pó para solução oral 1,5 g. Embalagens com 10 ou 30 sachês com 3,95 g. Uso oral - Uso adulto:

Indicações

Tratamento da artrose ou osteoartrite primária e secundária e suas manifestações.

Dosagem

Consumir 1 sachê por dia ou segundo indicação médica. A duração do tratamento fica a critério do médico.

Contra-indicações

Hipersensibilidade ao sulfato de glicosamina e/ou demais componentes da formulação. Também não deve ser utilizado em casos de fenilcetonúria. Glucoreumin® não deve ser administrado por pacientes alérgicos à crustáceos, visto que o princípio ativo é sintetizado a partir de crustáceos. Glucoreumin®contém aspartame (fonte de fenilalanina). Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina. Glucoreumin®contém sorbitol. Esta apresentação não deve ser utilizada em pacientes com intolerância hereditária à frutose. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Reações Adversas

Reação comum: cefaleia (dor de cabeça), sonolência, cansaço, diarreia, constipação (prisão de ventre), náusea, flatulência, dor abdominal e dispepsia (dificuldade de digestão). Reação incomum: eritema, prurido e "rash"cutâneo. As reações com frequência desconhecidas são: reações alérgicas, vertigem, distúrbios visuais, perda de cabelo.

Precauções

Recomenda-se cautela quanto ao uso de Glucoreumin®em pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrointestinais, história de úlcera gástrica ou intestinal, diabetes mellitus, bem como em portadores de insuficiência renal e hepática. Se ocorrer eventualmente ulceração péptica ou sangramento gastrointestinal em pacientes sob tratamento, a medicação deverá ser suspensa imediatamente pelo médico. Recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Glucoreumin®. Em pacientes asmáticos Glucoreumin® deve ser administrado com cautela visto que estes pacientes podem ser mais susceptíveis à desenvolver reações alérgicas ao sulfato de glicosamina com possível exacerbação dos sintomas. O sódio contido no Glucoreumin®(151 mg) deve ser levado em consideração em pacientes que adotam dieta controlada em sódio. Recomenda-se cautela no tratamento em pacientes com tolerância a glicose comprometida. Acompanhamento mais próximo dos níveis de açúcar no sangue se faz necessário em pacientes diabéticos no início do tratamento. - Gravidez e lactação: Categoria de risco na gravidez C:Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Devido à inexistência de dados do uso de Glucoreumin®durante a gravidez, assim há que se considerar o risco/benefício. Não existem informações sobre a passagem do medicamento para o leite materno, sendo desaconselhado seu uso nesta condição. Deve ser feita uma avaliação pelo médico quanto à importância do medicamento para a mãe e decidir se a mãe deve parar de amamentar ou suspender o tratamento. Pacientes idosos:Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes idosos, desde que não se enquadrem nas apresentadas nos itens acima. Mutagenicidade e Carcinogenicidade: De acordo com estudos em animais suspeita-se que a glicosamina inibiu a replicação do DNA em lifócitos humanos e de ratos. Outros testes mutagênicos se mostraram positivos em linfócitos de ratos. Não foram verificados efeitos teratogênicos em animais (camundongos e coelhos) após tratamento com glicosamina.

Interação com outros medicamentos

A administração oral de sulfato de glicosamina pode favorecer a absorção gastrointestinal de tetraciclinas e reduzir a de penicilinas e cloranfenicol. Não existe limitação para administração simultânea de analgésicos ou anti-inflamatórios esteroides e não esteroides. Não foram realizados estudos específicos de interações medicamentosas; entretanto, as propriedades físico-químicas e farmacocinéticas do sulfato de glicosamina não indicam potencial para tais interações. Além disso, o sulfato de glicosamina não foi encontrado para inibir nem para induzir qualquer enzima do CYP450. O composto não compete pelos mecanismos de absorção e, após absorção, não se liga a proteínas plasmáticas. É pouco provável que seu metabólito, sendo uma substância endógena incorporada em proteoglicanos ou degradada independentemente do sistema citocromo, leve a interações medicamentosas. No entanto, tem sido reportado um aumento no efeito anticoagulante cumarínico durante o tratamento concomitante com sulfato de glicosamina.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Registro MS.: 1.0084.9945

Indicado para o tratamento de:

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