DUPHALAC

2132 | Laboratório ABBOTT SAÚDE

Descrição

Ação Terapêutica: Laxantes, catárticos e enemas

Composição

Cada 1 mL de DUPHALAC®contém 667 mg de lactulose.
Além de lactulose, DUPHALAC® contém outros açúcares: galactose (até 1,5 g/15 mL) e lactose (até 0,9 g/15 mL) provenientes de seu processo produtivo. DUPHALAC® não contém excipientes.

Apresentação

DUPHALAC® é apresentado em cartuchos contendo 1 frasco de 200 Ml e em cartuchos contendo 10 sachês com 15 mL cada.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Indicações

DUPHALAC® está indicado para:
Constipação intestinal (prisão de ventre): regulação do ritmo fisiológico do cólon;
Quando fezes de menor consistência são recomendadas do ponto de vista médico (hemorróida, pós-operatório de cirurgia de cólon ou anal); Encefalopatia porto-sistêmica: tratamento e prevenção do coma e pré-coma hepático.

Dosagem

A dose diária deve ser ajustada de acordo com as necessidades individuais. As seguintes doses servem como recomendação posológica:
Casos de constipação ou quando fezes de menor consistência forem clinicamente recomendadas

A dose geralmente pode ser reduzida depois de dois dias e ajustada de acordo com as necessidades do paciente.
Recomenda-se tomar uma das doses preferencialmente no café da manhã.
O início do efeito desejado pode levar 2 dias para se estabelecer. Isto é inerente ao mecanismo de ação de DUPHALAC®.
Doses maiores ou administrações mais freqüentes podem ser consideradas se uma resposta adequada não for obtida após os primeiros 2 dias de tratamento.
Encefalopatia porto-sistêmica (pré-coma e coma hepático)
Iniciar com 60 mL ao dia podendo chegar, em casos graves, a 150 mL ao dia.
A posologia deve ser ajustada de forma a obter fezes pouco consistentes em 2 a 3 evacuações ao dia. O pH das fezes deve estar, preferencialmente, entre 5,0 e 5,5.

Contra-indicações

Hipersensibilidade conhecida à lactulose, galactose e lactose;
Caso esteja sofrendo de galactosemia;
Obstrução intestinal.

Reações Adversas

No início da terapia pode ocorrer flatulência que, via de regra, desaparece após 1-2 dias com a continuação do tratamento. Quando doses maiores que as recomendadas são usadas, pode ocorrer dor abdominal e diarréia. Nestes casos, a dose deve ser diminuída. Em casos de administração de altas doses (normalmente associadas a casos de encefalopatia porto-sistêmica) por um período de tempo prolongado, o paciente poderá desenvolver alterações no balanço eletrolítico devido à diarréia.

Precauções

Em pacientes que tenham intolerância à lactose, o conteúdo de lactose (até 0,9 g/15 mL) deve ser considerado.
A dose normalmente utilizada na constipação não deve causar problema para os diabéticos.
Já a dose usada no tratamento de (pré-)coma hepático, por ser geralmente, bem mais alta precisa ser considerada com cuidado em diabéticos. O uso crônico ou mal-uso pode levar à diarréia e, conseqüentemente, a distúrbios de balanço eletrolítico. Por esse motivo, recomenda-se a administração de grandes quantidades de líquido durante o uso de laxativos.
ATENÇÃO DIABÉTICOS: CONTÉM AÇÚCAR.
Gravidez e lactação
DUPHALAC® pode ser, em face do atual conhecimento, seguramente administrado para gestantes e lactantes conforme as instruções de uso constantes desta bula.

Interação com outros medicamentos

Devido ao mecanismo de ação da lactulose dar-se através da redução do pH do cólon, a ação de medicamentos cuja liberação seja dependente do pH (tais como: mesalamina e demais agentes 5-ASA) pode ser reduzida.

Superdose

Em caso de administração de doses elevadas de DUPHALAC® pode ocorrer dor abdominal e diarréia, o que pode ser revertido pela diminuição da dose ou suspensão de uso do medicamento. Em caso de persistência dos efeitos, procure seu médico. O tratamento deverá ser de suporte e sintomático no sentido de repor volume e corrigir eventuais desequilíbrios eletrolíticos.

Informação técnica

CARACTERÍSTICAS
Propriedades farmacodinâmicas
A lactulose é convertida no cólon, pela flora intestinal, em ácidos orgânicos de baixo peso molecular, como os ácidos lático e acético. A queda do pH resultante e as alterações osmóticas estimulam o movimento peristáltico do cólon e normalizam a consistência fecal. Há alívio da constipação e o ritmo fisiológico do cólon é restaurado. Na encelopatia porto-sistêmica ou (pré)coma hepático, a lactulose causa um decréscimo na amônia sanguínea. A maior dosagem utilizada nesta indicação resulta num menor pH no cólon. Como conseqüência ocorre uma inibição do crescimento de bactérias proteolíticas e com isto redução da produção de amônia e outras toxinas. Além disto, neste pH baixo uma alta porcentagem da amônia é convertida em amônia ionizada, que tem dificuldade para transpor a parede do cólon. A habilidade da amônia de ser absorvida é conseqüentemente reduzida. Como resultado do pH menor, a amônia adicionalmente se difunde do sangue em direção ao lúmen do cólon. A tolerância protéica é aumentada por esta mudança no metabolismo da amônia.
Propriedades farmacocinéticas
A lactulose é um derivado sintético da lactose que não pode ser clivada no estômago e no intestino delgado porque as enzimas necessárias para que isto ocorra não estão presentes.
Além disso, a lactulose não é absorvida ou é praticamente não absorvida no intestino delgado (máximo de 2% excretados na urina). O valor calórico da lactulose é baixo (58KJ por 15 mL).

Farmacocinética

CARACTERÍSTICAS
Propriedades farmacodinâmicas
A lactulose é convertida no cólon, pela flora intestinal, em ácidos orgânicos de baixo peso molecular, como os ácidos lático e acético. A queda do pH resultante e as alterações osmóticas estimulam o movimento peristáltico do cólon e normalizam a consistência fecal. Há alívio da constipação e o ritmo fisiológico do cólon é restaurado. Na encelopatia porto-sistêmica ou (pré)coma hepático, a lactulose causa um decréscimo na amônia sanguínea. A maior dosagem utilizada nesta indicação resulta num menor pH no cólon. Como conseqüência ocorre uma inibição do crescimento de bactérias proteolíticas e com isto redução da produção de amônia e outras toxinas. Além disto, neste pH baixo uma alta porcentagem da amônia é convertida em amônia ionizada, que tem dificuldade para transpor a parede do cólon. A habilidade da amônia de ser absorvida é conseqüentemente reduzida. Como resultado do pH menor, a amônia adicionalmente se difunde do sangue em direção ao lúmen do cólon. A tolerância protéica é aumentada por esta mudança no metabolismo da amônia.
Propriedades farmacocinéticas
A lactulose é um derivado sintético da lactose que não pode ser clivada no estômago e no intestino delgado porque as enzimas necessárias para que isto ocorra não estão presentes.
Além disso, a lactulose não é absorvida ou é praticamente não absorvida no intestino delgado (máximo de 2% excretados na urina). O valor calórico da lactulose é baixo (58KJ por 15 mL).

Dizeres legais

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
Reg. MS n°: 1.0082.0170.

Indicado para o tratamento de:

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