PENTALAC

2441 | Laboratório UCI-FARMA

Descrição

Ação Terapêutica: Laxantes, catárticos e enemas

Composição

Cada ml do xarope contém: lactulose 667 mg, Veículo* q.s.p. 1 ml. (o xarope pode conter no máximo 160 mg de galactose, 120 mg de lactose e 10 mg de frutose) *(benzoato de sódio, aroma artificial de tutti-fruti e água purificada).

Apresentação

PENTALAC® XAROPE: frasco contendo 120 ml.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Indicações

PENTALAC® é indicado na profilaxia e tratamento sintomático da constipação crônica.
Na prevenção e tratamento da encefalopatia porto-sistêmica, incluindo os estágios de pré-coma e coma hepático.

Dosagem



No tratamento da constipação a dose deve ser administrada, preferencialmente, em única tomada, podendo ser dividida em 2 vezes ao dia (a cada 12 horas).
No tratamento da encefalopatia hepática, a dose total deve ser dividida e administrada em 3 a 4 vezes ao dia.
A posologia de PENTALAC® recomendada pode ser ajustada conforme a necessidade e o desenvolvimento do quadro clínico de cada paciente.
Nos casos de formação excessiva de gases ou ocorrência de diarréia, a dose de PENTALAC® deve ser reduzida.
Não ocorrendo o amolecimento das fezes após 4 dias de tratamento, a dose de PENTALAC® deve ser aumentada.
Geralmente, o amolecimento das fezes ocorre em 2 a 4 dias após o início do tratamento com PENTALAC®. Devido a lactulose não causar dependência ou efeitos adversos significativos, PENTALAC® pode ser utilizado por período prolongado.
Pacientes diabéticos somente devem utilizar PENTALAC® com recomendação médica, pois o medicamento pode elevar a concentração de glicose sangüínea.
INSTRUÇÕES DE USO
PENTALAC® pode ser ingerido, em jejum ou após a alimentação.
Para auxílio do tratamento, é recomendável o aumento da ingestão diária de líquidos.
Para facilitar a administração a crianças, PENTALAC® pode ser misturado com suco de frutas, refrigerantes, leite, papinhas ou sopinhas e com alimentos em geral após o preparo. Para a utilização posológica correta, as doses de PENTALAC® devem ser administradas utilizando-se o copo-medida contido na embalagem do produto.

Contra-indicações

Em casos de intolerância a lactulose, galactose, lactose, frutose. Em pacientes com apendicite, hemorragia retal não diagnosticada ou com obstrução intestinal.

Reações Adversas

PENTALAC® é um medicamento bem tolerado, apresentando baixa incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia.
Ocasionalmente, podem ocorrer flatulência, meteorismo, cólicas gastrintestinais.
O uso de doses elevadas de lactulose, como as utilizadas no tratamento da encefalopatia hepática, pode causar flatulência, meteorismo, distensão abdominal acompanhada de desconforto e espasmos abdominais, diarréia, náusea e vômito, hipocalemia, hipernatremia e exacerbação da encefalopatia hepática.

Precauções

O xarope de lactulose possui pequenas quantidades de galactose, lactose e frutose. Portanto, pacientes intolerantes a esses açúcares ou diabéticos somente devem utilizar a lactulose com orientação médica.
Os níveis séricos de eletrólitos (potássio, sódio, cloreto) devem ser monitorados em pacientes idosos e debilitados que estejam em tratamento com a lactulose por período superior a seis meses. O uso de laxantes em crianças somente deve ser realizado com orientação médica, após o diagnóstico eliminar a possibilidade dos sintomas estarem associados a outras patologias.
No início do tratamento da encefalopatia hepática não é recomendável o uso associado da lactulose com outros laxantes, pois a ação resultante pode induzir uma utilização de dose inadequada de lactulose.
Gravidez: estudos realizados com a lactulose em animais não demonstraram potencial teratogênico. No entanto, como não há estudos clínicos adequados com a utilização do fármaco na gestação humana, a lactulose somente deve ser administrada durante a gravidez se os benefícios justificarem os potenciais riscos para o feto. O tratamento deve ser realizado sob criteriosa avaliação e estrito acompanhamento médico.
Lactação: devido à baixa absorção da lactulose, o medicamento pode ser utilizado durante a amamentação.
Interferência com exames laboratoriais: a administração prolongada ou de doses elevadas de lactulose pode elevar a concentração sangüínea de glicose e diminuir os níveis plasmáticos de potássio.
ADVERTÊNCIAS
Pacientes em tratamento com lactulose, que serão submetidos a eletrocauterização durante proctoscopia ou colonoscopia, recomenda-se a lavagem colônica prévia com solução nãofermentável, devido a formação intestinal de hidrogênio gasoso pela lactulose.

Interação com outros medicamentos

Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos alimentares contendo potássio: a lactulose pode provocar o aumento da eliminação de potássio, reduzindo os níveis séricos deste mineral.

Superdose

Os principais sintomas de intoxicação aguda são diarréia, flatulência, distensão abdominal, cólicas gastrintestinais, náuseas e vômitos.
O tratamento deve ser sintomático e de suporte, consistindo na realização de indução ao vômito ou lavagem gástrica.

Informação técnica

A lactulose é um dissacarídeo formado por uma molécula de galactose e uma de frutose. A lactulose apresenta ação laxante pela atividade osmótica.
Após a administração oral, somente, 3% da dose de lactulose é absorvida pelo intestino grosso.
A lactulose é metabolizada no intestino delgado por bactérias, transformando o dissacarídeo em frutose e galactose e, posteriormente, em ácido lático e pequenas quantidades de ácido acético e fórmico. Estes metabólitos aumentam o poder osmótico da lactulose, com conseqüente acúmulo e penetração de líquido ao bolo fecal e o amolecimento das fezes. A redução do pH luminal, pelos ácidos orgânicos, estimula a motilidade e a secreção intestinal, facilitando a eliminação das fezes. A lactulose absorvida não é metabolizada, sendo excretada pela urina em, aproximadamente, 24 horas.
A lactulose é um laxante de ação fisiológica, portanto o seu uso pode ser necessário em quadros clínicos que necessitam a redução do esforço excessivo, como em pacientes com doença cardiovascular, hipertensos, com hemorróidas, no puerpério, após cirurgias do reto e ânus; ou quando a constipação se deve a alterações hormonais, como na gravidez ou durante o tratamento com determinados fármacos, como hipnoanalgésicos.
A lactulose age de forma lenta e suave, por ser um regulador fisiológico da atividade intestinal, restabelecendo o movimento normal do intestino. Geralmente, a ação terapêutica ocorre em 2 a 3 dias após o início do tratamento.
Devido o mecanismo de ação da lactulose ser fisiológico, não ocorre o desenvolvimento de dependência do organismo ao fármaco. Por isso, a lactulose pode ser utilizada em tratamento prolongado.
A lactulose é utilizada no tratamento da encefalopatia hepática crônica, por diminuir a concentração sangüínea de amônia (NH3). A diminuição do pH colônico ocasiona a migração da amônia do sangue para o cólon, transformando-se no íon amônio (NH4+), o qual não é absorvido pelo intestino, sendo eliminado com as fezes. A redução da concentração sangüínea de amônia produz melhora no estado mental, no traçado eletroencefalográfico e a tolerância a proteínas nos pacientes com hipertensão porta e encefalopatia hepática associada à doença hepática crônica.

Farmacocinética

A lactulose é um dissacarídeo formado por uma molécula de galactose e uma de frutose. A lactulose apresenta ação laxante pela atividade osmótica.
Após a administração oral, somente, 3% da dose de lactulose é absorvida pelo intestino grosso.
A lactulose é metabolizada no intestino delgado por bactérias, transformando o dissacarídeo em frutose e galactose e, posteriormente, em ácido lático e pequenas quantidades de ácido acético e fórmico. Estes metabólitos aumentam o poder osmótico da lactulose, com conseqüente acúmulo e penetração de líquido ao bolo fecal e o amolecimento das fezes. A redução do pH luminal, pelos ácidos orgânicos, estimula a motilidade e a secreção intestinal, facilitando a eliminação das fezes. A lactulose absorvida não é metabolizada, sendo excretada pela urina em, aproximadamente, 24 horas.
A lactulose é um laxante de ação fisiológica, portanto o seu uso pode ser necessário em quadros clínicos que necessitam a redução do esforço excessivo, como em pacientes com doença cardiovascular, hipertensos, com hemorróidas, no puerpério, após cirurgias do reto e ânus; ou quando a constipação se deve a alterações hormonais, como na gravidez ou durante o tratamento com determinados fármacos, como hipnoanalgésicos.
A lactulose age de forma lenta e suave, por ser um regulador fisiológico da atividade intestinal, restabelecendo o movimento normal do intestino. Geralmente, a ação terapêutica ocorre em 2 a 3 dias após o início do tratamento.
Devido o mecanismo de ação da lactulose ser fisiológico, não ocorre o desenvolvimento de dependência do organismo ao fármaco. Por isso, a lactulose pode ser utilizada em tratamento prolongado.
A lactulose é utilizada no tratamento da encefalopatia hepática crônica, por diminuir a concentração sangüínea de amônia (NH3). A diminuição do pH colônico ocasiona a migração da amônia do sangue para o cólon, transformando-se no íon amônio (NH4+), o qual não é absorvido pelo intestino, sendo eliminado com as fezes. A redução da concentração sangüínea de amônia produz melhora no estado mental, no traçado eletroencefalográfico e a tolerância a proteínas nos pacientes com hipertensão porta e encefalopatia hepática associada à doença hepática crônica.

Dizeres legais

Registro MS n° 1.0550.0104.001-7

Indicado para o tratamento de:

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