CLORIDRATO DE METFORMINA

1877 | Laboratório MERCK

Descrição

Princípio ativo: Metformina,
Ação Terapêutica: Hipoglicemiantes orais e injetáveis

Composição

cloridrato de metformina 500 mg
Cada comprimido revestido contém: cloridrato de metformina 500 mg (equivalente a 390 mg de metformina). Excipientes: estearato de magnésio, hipromelose, povidona. cloridrato de metformina 850 mg. Cada comprimido revestido contém: cloridrato de metformina. 850 mg (equivalente a 663 mg de metformina). Excipientes: estearato de magnésio, hipromelose, povidona. cloridrato de metformina 1 g. Cada comprimido revestido contém: cloridrato de metformina 1 g (equivalente a 780 mg de metformina). Excipientes: estearato de magnésio, opadry clear, povidona.

Apresentação

Comprimido revestido
cloridrato de metformina 500 mg
- Embalagens contendo 30 e 60 comprimidos revestidos.
cloridrato de metformina 850 mg- Embalagens contendo 30 e 60 comprimidos revestidos.
cloridrato de metformina 1 g- Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.
USO ORAL - ADULTO

Indicações

Como agente antidiabético, associado ao regime alimentar, para o tratamento de:
Diabetes do tipo II, não dependente de insulina (diabetes da maturidade, diabetes do obeso, diabetes em adultos de peso normal), isoladamente ou complementando a ação das sulfoniluréias;
Diabetes do tipo I, dependente de insulina: como complemento da insulinoterapia em casos de diabetes instável ou insulino-resistente.

Dosagem

Não existe regime posológico fixo para o tratamento da hiperglicemia no diabete melito com o cloridrato de metformina ou qualquer outro agente farmacológico. A posologia do cloridrato de metformina deve ser individualizada, tomando como bases a eficácia e a tolerância ao produto. Não deve ser excedida a dose máxima recomendada que é de 2550 mg. O produto deve ser administrado de forma fracionada, junto com as refeições, iniciando-se o tratamento com doses pequenas gradualmente aumentadas. Isto permite reduzir a ocorrência de efeitos colaterais gastrintestinais e identificar a dose mínima necessária ao controle adequado da glicemia do paciente.
No início do tratamento deve-se medir os níveis plasmáticos de glicose, em jejum, para avaliar a resposta terapêutica ao cloridrato de metformina e determinar a dose mínima eficaz para o paciente. Posteriormente, deve-se medir a hemoglobina glicosilada a cada três meses.
As metas terapêuticas devem ser a redução dos níveis de glicose plasmática em jejum e de hemoglobina glicosilada, para níveis normais, ou próximos dos normais, utilizando a menor dose eficaz de cloridrato de metformina, isoladamente ou em combinação com outros agentes.
Comprimidos de 500 mg
A dose inicial é de um comprimido duas vezes ao dia (no café da manhã e no jantar). Se necessário a dose será aumentada, semanalmente, de um comprimido até chegar ao máximo de cinco comprimidos diários, equivalentes a 2500 mg de cloridrato de metformina (dois no café da manhã, um no almoço e dois no jantar).
Comprimidos de 850 mg
A dose terapêutica inicial é de um comprimido no café da manhã. Conforme a necessidade, a dose será aumentada, a cada duas semanas, de um comprimido, até chegar ao máximo de três comprimidos, equivalentes a 2550 mg de cloridrato de metformina (um no café da manhã, um no almoço e um no jantar).
Comprimidos de 1 g
A dose recomendada é de um comprimido no café da manhã e outro no almoço ou jantar.
Pacientes diabéticos do tipo II (não-dependentes de insulina)
O cloridrato de metformina pode ser usado isoladamente ou em combinação com sulfoniluréias hipoglicemiantes.
Se o cloridrato de metformina for usado em substituição ao tratamento com outros hipoglicemiantes orais (exceto a clorpropamida), a troca pode ser feita imediatamente. Não há necessidade de redução prévia das doses do hipoglicemiante oral, nem de intervalo de tempo entre o fim do tratamento com o hipoglicemiante oral e o início do tratamento com o cloridrato de metformina.
Se o agente hipoglicemiante usado for a clorpropamida, na passagem para o cloridrato de metformina, durante duas semanas, deve-se estar atento à possibilidade de reações hipoglicêmicas, devido à retenção prolongada da clorpropamida no organismo.
Pacientes diabéticos do tipo I (dependentes de insulina)
O cloridrato de metformina nunca substitui a insulina em casos de diabetes dependentes de insulina. A associação de cloridrato de metformina pode, no entanto, permitir redução nas doses de insulina e obtenção de melhor estabilização da glicemia.
Os resultados obtidos a partir da mensuração dos níveis de glicose no sangue capilar, permitirão estabelecer a dose adequada de insulina.
Se a dose de insulina for menor que 40 unidades ao dia, o cloridrato de metformina é administrado na dose usual de dois comprimidos ao dia (um pela manhã e um à noite), aumentando-se para três comprimidos ao dia, se necessário. A dose de insulina é, simultaneamente, reduzida de 2 a 4 unidades a cada dois dias.
Se a dose de insulina for maior que 40 unidades ao dia, é aconselhável hospitalizar o paciente para efetuar a combinação. O cloridrato de metformina é administrado na dose de dois comprimidos ao dia, aumentando-se para três comprimidos, se necessário. Simultaneamente, a dose diária de insulina é reduzida, a partir do primeiro dia, de 30 a 50%. Os valores da glicemia orientarão a diminuição progressiva ulterior das doses de insulina.

Contra-indicações

O cloridrato de metformina está contra-indicado em caso de:
Gravidez.
Insuficiência renal orgânica ou funcional, inclusive casos leves (creatinina sérica >1,5 mg/dl em homens adultos e >1,4 mg/dl em mulheres adultas: este valor limite deve ser reduzido de acordo com a idade fisiológica e a massa muscular).
Patologias agudas comportando risco de alteração da função renal: desidratação (diarréias, vômitos), febre, estados infecciosos e/ou hipóxicos graves (choque, septicemia, infecção urinária, pneumopatia).
Insuficiência hepatocelular, intoxicação alcoólica aguda.
Descompensação ceto-acidótica, pré-coma diabético.
Reconhecida hipersensibilidade a qualquer um dos componentes dos produtos.

Reações Adversas

As reações adversas ao cloridrato de metformina compreendem alterações gastrintestinais, do tipo náuseas, vômitos e diarréia, que ocorrem mais no início do tratamento e desaparecem espontaneamente na maioria dos casos.
Para reduzir a ocorrência de alterações digestivas, recomenda-se administrar o cloridrato de metformina em duas tomadas diárias, durante ou ao término de refeições.
Apenas em um pequeno número dos pacientes com alterações digestivas (cerca de 10%) é necessário interromper o tratamento.

Precauções

O uso do cloridrato de metformina não elimina a necessidade de regime hipoglicídico em todos os casos de diabetes, assim como de regime hipoglicídico e hipocalórico quando houver, associadamente, excesso de peso.
Devem ser regularmente realizados os controles biológicos habituais do diabetes.
Antes de iniciar o tratamento com o cloridrato de metformina, deve ser medida a creatinina sérica (nível sérico de creatinina < 1,5 mg/dl em homens adultos e < 1,4 mg/dl em mulheres adultas) e, a seguir, monitorada regularmente:
uma vez ao ano, em pacientes com função renal normal;
duas a quatro vezes ao ano, quando a creatinina sérica estiver no limite máximo normal, especialmente em pessoas idosas nas quais este limite é inferior.
É necessária cautela se houver qualquer elevação da creatinina sérica, por exemplo, no início da terapia diurética anti-hipertensiva.
Se houver necessidade de realizar exames radiográficos com utilização de contrastes (urografia excretora, angiografia), deve-se interromper o tratamento com cloridrato de metformina 48 horas antes dos exames, só o reiniciando decorridas 48 horas após a realização dos exames, de maneira a evitar ocorrência de acidose lática.
O cloridrato de metformina pode desencadear ou contribuir para o aparecimento de acidose lática, complicação que, na ausência de tratamento específico, pode ser fatal. A incidência de acidose lática pode e deve ser reduzida através da monitorização cuidadosa dos fatores de risco:
Condições - a insuficiência renal aguda, orgânica ou funcional, desempenha papel predominante, uma vez que a falta de excreção urinária leva a acúmulo de cloridrato de metformina. São fatores predisponentes o diabetes mal controlado, a cetose, o jejum prolongado, o alcoolismo, a insuficiência hepato-celular, assim como qualquer estado de hipoxemia.
Sinais premonitórios - o aparecimento de cãibras musculares acompanhadas por alterações digestivas, dores abdominais e astenia intensa, em um paciente tratado com cloridrato de metformina, deve despertar a atenção do médico. O tratamento deve ser interrompido se houver elevação dos níveis sangüíneos de lactato, acompanhada de aumento da creatinina sérica.
(Nota - as amostras de sangue para determinação do lactato devem ser tiradas com o paciente em repouso, sem utilizar garrote. Analisá-las imediatamente ou, caso necessário, transportá-las sobre gelo).
Diagnóstico - a acidose lática caracteriza-se por dispnéia acidótica, dores abdominais, hipotermia e, a seguir, coma. Os exames laboratoriais indicam redução no pH do sangue, nível sangüíneo de lactato superior a 5 mmol/l e elevação na relação lactato-piruvato.
Incidência - na França, a incidência de acidose lática em pacientes tratados com cloridrato de metformina é de 1 caso para 40.000 pacientes/ano.

Interação com outros medicamentos

Certos agentes hiperglicemiantes (corticoesteróides, diuréticos tiazídicos, contraceptivos orais) podem alterar o curso do diabetes e tornar necessário aumento da dose de cloridrato de metformina ou sua combinação com sulfoniluréias hipoglicemiantes ou terapia com insulina.
O cloridrato de metformina, usado isoladamente, nunca ocasiona hipoglicemia. Entretanto, é necessário estar atento à potencialização de ação, quando é administrado em associação com insulina ou sulfoniluréias hipoglicemiantes.

Superdose

O cloridrato de metformina é um produto pouco tóxico. A ingestão de doses elevadas, representando mais de 10 vezes a dose terapêutica, não provocou efeitos metabólicos de monta. Em uma paciente a ingestão, com propósitos suicidas, de 34 g de cloridrato de metformina, ocasionou acidose lática que regrediu rapidamente com a infusão de bicarbonato.
Se houver aparecimento de acidose lática durante tratamento com cloridrato de metformina, deve-se internar o paciente para tratamento adequado.
É possível aliviar os sintomas digestivos que ocorrem em alguns pacientes, principalmente no início do tratamento, através da administração de pós inertes (para revestir a mucosa gastrintestinal), derivados atropínicos ou antiespasmódicos.

Informação para o paciente

Ação esperada do medicamento
Tratamento do diabetes.
Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da umidade.
Prazo de validade
O prazo de validade, contado a partir das datas de fabricação indicadas nas embalagens, é de 2 anos para os comprimidos de 500, 850 mg e 1 g. Não utilizar os medicamentos se os prazos de validade estiverem vencidos, pois há perda da ação terapêutica.
Gravidez e lactação
O medicamento está contra-indicado durante a gravidez. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas
O cloridrato de metformina pode ocasionar, em alguns pacientes, reações desagradáveis digestivas, do tipo náuseas, vômitos e diarréia. Essas reações costumam ser mais freqüentes no início do tratamento, desaparecendo espontaneamente na maioria dos casos. A ocorrência dessas reações pode ser reduzida, tomando-se o remédio durante as refeições. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias
A ingestão juntamente com alimentos não prejudica a absorção do medicamento. Não ingerir com bebidas alcoólicas.
Contra-indicações e Precauções
O uso do medicamento está contra-indicado durante a gravidez, assim como para alcoólatras, pessoas com doenças dos rins e do fígado, infecções ou alergia a qualquer um dos componentes.
O uso do cloridrato de metformina não elimina a necessidade de regime com redução de açúcares em todos os casos de diabetes, assim como de regime com redução de açúcares e calorias quando houver, associadamente, excesso de peso. Devem ser regularmente realizados os controles biológicos habituais do diabetes.
NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

Informação técnica

Características
O cloridrato de metformina (dimetilbiguanida) é um agente antidiabético de uso oral, derivado da guanidina.
Ao contrário das sulfamidas, o cloridrato de metformina não estimula a secreção de insulina, não tendo, por isso, ação hipoglicemiante em pessoas não-diabéticas. Em diabéticos, o cloridrato de metformina reduz a hiperglicemia, sem o risco de causar acidentes hipoglicêmicos, exceto em caso de jejum ou de associação com insulina ou sulfoniluréias.
O cloridrato de metformina reduz a hiperglicemia através de:
aumento da sensibilidade periférica à insulina e da utilização celular da glicose;
inibição da gliconeogênese hepática;
retardo na absorção intestinal da glicose.
A ação periférica do cloridrato de metformina sobre a resistência à insulina está associada com possível ação pós-receptora, independente da melhora na ligação da insulina com os receptores insulínicos.
Além de sua ação antidiabética, o cloridrato de metformina tem, no homem, efeito protetor sobre os fatores de risco de angiopatia, diretamente ou através de sua ação sobre a resistência à insulina. Isso foi evidenciado em estudos controlados de média ou longa duração, com doses terapêuticas:
Sobre o metabolismo lipoprotéico: o cloridrato de metformina reduz o colesterol e os triglicerídios, assim como as frações de lipoproteínas VLDL e LDL e a apolipoproteína B; aumenta a fração HDL e a apolipoproteína A. Melhora, portanto, a relação HDL/colesterol total.
Sobre a fibrinólise: melhora a hipofibrinólise associada com a resistência à insulina na obesidade e no diabetes.
Sobre a agregação plaquetária e a sensibilidade ao ADP e ao colágeno.
A absorção do cloridrato de metformina, administrado por via oral, é governada, provavelmente, por um mecanismo saturável. A biodisponibilidade dos comprimidos é da ordem de 50%.
O cloridrato de metformina não é metabolizado, circulando em forma livre. A fração ligada a proteínas plasmáticas pode ser considerada como insignificante.
A meia-vida plasmática do cloridrato de metformina é de cerca de 2 horas, para a fase principal de eliminação, compreendendo 90% da dose absorvida. Os 10% restantes são eliminados mais lentamente, com meia-vida terminal de 9 a 12 horas, refletindo compartimento tecidual.
Nos pacientes submetidos a tratamento prolongado com 2 ou 3 comprimidos ao dia, o nível sangüíneo de cloridrato de metformina pela manhã, em jejum, é de cerca de 1 mg/ml (± 0,5).
O cloridrato de metformina é excretado por via urinária de forma muito rápida. Seu clearance, em uma pessoa sadia, é, em média, de 440 ml/min (4 a 5 vezes maior que o da creatinina), o que indica filtração glomerular seguida por secreção tubular. Em caso de insuficiência renal, a meia-vida do cloridrato de metformina é aumentada, expondo a risco de acumulação.

Farmacocinética

Características
O cloridrato de metformina (dimetilbiguanida) é um agente antidiabético de uso oral, derivado da guanidina.
Ao contrário das sulfamidas, o cloridrato de metformina não estimula a secreção de insulina, não tendo, por isso, ação hipoglicemiante em pessoas não-diabéticas. Em diabéticos, o cloridrato de metformina reduz a hiperglicemia, sem o risco de causar acidentes hipoglicêmicos, exceto em caso de jejum ou de associação com insulina ou sulfoniluréias.
O cloridrato de metformina reduz a hiperglicemia através de:
aumento da sensibilidade periférica à insulina e da utilização celular da glicose;
inibição da gliconeogênese hepática;
retardo na absorção intestinal da glicose.
A ação periférica do cloridrato de metformina sobre a resistência à insulina está associada com possível ação pós-receptora, independente da melhora na ligação da insulina com os receptores insulínicos.
Além de sua ação antidiabética, o cloridrato de metformina tem, no homem, efeito protetor sobre os fatores de risco de angiopatia, diretamente ou através de sua ação sobre a resistência à insulina. Isso foi evidenciado em estudos controlados de média ou longa duração, com doses terapêuticas:
Sobre o metabolismo lipoprotéico: o cloridrato de metformina reduz o colesterol e os triglicerídios, assim como as frações de lipoproteínas VLDL e LDL e a apolipoproteína B; aumenta a fração HDL e a apolipoproteína A. Melhora, portanto, a relação HDL/colesterol total.
Sobre a fibrinólise: melhora a hipofibrinólise associada com a resistência à insulina na obesidade e no diabetes.
Sobre a agregação plaquetária e a sensibilidade ao ADP e ao colágeno.
A absorção do cloridrato de metformina, administrado por via oral, é governada, provavelmente, por um mecanismo saturável. A biodisponibilidade dos comprimidos é da ordem de 50%.
O cloridrato de metformina não é metabolizado, circulando em forma livre. A fração ligada a proteínas plasmáticas pode ser considerada como insignificante.
A meia-vida plasmática do cloridrato de metformina é de cerca de 2 horas, para a fase principal de eliminação, compreendendo 90% da dose absorvida. Os 10% restantes são eliminados mais lentamente, com meia-vida terminal de 9 a 12 horas, refletindo compartimento tecidual.
Nos pacientes submetidos a tratamento prolongado com 2 ou 3 comprimidos ao dia, o nível sangüíneo de cloridrato de metformina pela manhã, em jejum, é de cerca de 1 mg/ml (± 0,5).
O cloridrato de metformina é excretado por via urinária de forma muito rápida. Seu clearance, em uma pessoa sadia, é, em média, de 440 ml/min (4 a 5 vezes maior que o da creatinina), o que indica filtração glomerular seguida por secreção tubular. Em caso de insuficiência renal, a meia-vida do cloridrato de metformina é aumentada, expondo a risco de acumulação.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
M.S. 1.0089.0275

Indicado para o tratamento de:

Publicidade

iVademecum © 2016 - 2019.

Politica de Privacidade
Disponible en Google Play