PROPAN

3595 | Laboratório UCI-FARMA

Descrição

Princípio ativo: Buclizina,
Ação Terapêutica: Vitaminas, minerais e oligoelementos

Composição


Apresentação

PROPAN® SUSPENSÃO ORAL: Cartucho com frasco contendo 100 mL, acompanhado de copo-medida de 10 mL.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
VIA ORAL

Indicações

PROPAN® SUSPENSÃO ORAL é indicado como estimulante do apetite e suplemento vitamínico para recém nascidos, lactentes, crianças em fase de crescimento e idosos.

Dosagem



Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto
As doses indicadas de PROPAN® SUSPENSÃO ORAL deverão ser tomadas ½ hora antes do almoço e ½ hora antes do jantar.
Agite bem o frasco de PROPAN® SUSPENSÃO ORAL antes da administração para obter-se uma suspensão homogênea.
PROPAN® SUSPENSÃO ORAL deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade, na sua embalagem original até o término de seu uso.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento (Vide "Aspecto Físico").

Contra-indicações

Em casos de hipersensibilidade à buclizina ou a qualquer componente da fórmula.

Reações Adversas

PROPAN® SUSPENSÃO ORAL é um medicamento bem tolerado, apresentando baixa incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia.
Ocasionalmente, podem ocorrer sonolência, cefaléia, secura da boca, nariz e garganta.

Precauções

O leve efeito sedativo da buclizina pode causar sonolência, geralmente no início do tratamento.
Recomenda-se nestes casos, não dirigir veículos ou operar maquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Gravidez e lactação: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Idosos: Devem seguir a mesma posologia indicada para adultos.

Resultados de eficácia

Estudos publicados com a associação de buclizina, aminoácidos e vitaminas do complexo B demonstraram melhora clínica do apetite e do estado geral, com aumento significativo do peso corporal.

Interação com outros medicamentos

O uso concomitante com álcool ou com outros medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) pode potencializar os efeitos depressores sobre o SNC.
O uso concomitante com antimuscarínicos ou com outros medicamentos com essa ação pode potencializar os efeitos antimuscarínicos.
O ácido ascórbico pode destruir a cianocobalamina. A ingestão de grandes doses de ácido ascórbico deve ser evitada uma hora antes ou após o uso de PROPAN® SUSPENSÃO ORAL. O uso simultâneo de PROPAN® SUSPENSÃO ORAL com levodopa não é recomendado. Os efeitos antiparkinsonianos da levodopa são prejudicados pela piridoxina.
O uso concomitante com beta-bloqueadores pode causar efeito vasodilatador aditivo e hipotensão postural, devido ação da nicotinamida.

Cuidado de armazenamento

PROPAN® SUSPENSÃO ORAL deve ser conservado em temperatura ambiente entre (15 e 30°C), protegido da luz e umidade, na sua embalagem original até o término de seu uso.

Superdose

Não existem relatos de superdose com PROPAN® SUSPENSÃO ORAL. A superdose acidental ou voluntária pode teoricamente provocar sinais e sintomas de intoxicação atropínica, cuja gravidade depende da dose e das condições do paciente. Medidas de suporte devem ser instituídas. Se necessário pode ser administrada fisostigmina.

Informação técnica

Características Farmacológicas
PROPAN® SUSPENSÃO ORAL é um estimulante do apetite, suprindo ao mesmo tempo o organismo com substâncias indispensáveis (vitaminas e aminoácido) ao total aproveitamento dos alimentos ingeridos.
Sua ação eutrófica e estimulante do crescimento e desenvolvimentos orgânicos é explicada pela atividade dos componentes:
A buclizina, um derivado piperazínico com ações orexígena, anti-histamínica e antiemética, possui acentuado efeito orexígeno, a semelhança de alguns outros anti-histamínicos. O mecanismo dessa ação estimulante do apetite não está ainda bem determinado, mas parece ser devido à alteração da atividade serotoninérgica no centro do apetite no hipotálamo. Sua leve ação sedativa contribuiria também para reforçar o efeito orexígeno. A buclizina possui ainda um discreto efeito antimuscarínico central.
A lisina, um aminoácido essencial, é de máxima importância para o anabolismo protéico e equilíbrio nitrogenado, sobretudo durante o crescimento.
A tiamina (Vit. B1) sob a forma de pirofosfato, funciona como coenzima no metabolismo intermediário dos carboidratos. Ela intervém nas reações de descarboxilação oxidativa do ácido pirúvico, que é um dos produtos intermediários dos desdobramentos da glicose no organismo.
Desta reação resulta a conversão do piruvato em acetil-coenzima A, que integra o ciclo de Krebs, indispensável à produção de energia vital.
A riboflavina (Vit. B2), na mucosa intestinal é transformada em flavina mononucleotídeo (FMN) que, no fígado, é convertido à flavina adenina dinucleotídeo (FAD). FMN e FAD atuam como coenzimas, que são necessárias para a respiração tecidual normal. A riboflavina participa também na ativação da piridoxina e conversão do triptofano em ácido nicotínico. Pode estar compreendida na manutenção da integridade dos eritrócitos.
O cloridrato de piridoxina (Vit. B6) exerce importante papel no metabolismo dos ácidos graxos essenciais, assim como no metabolismo de vários aminoácidos, especialmente o triptofano. É absorvida rapidamente no trato gastrintestinal, exceto em casos de síndrome de má absorção. Seu metabolismo é hepático e a eliminação é renal. As quantidades superiores às necessidades diárias são excretadas pela urina.
A cianocobalamina (Vit. B12) atua como coenzima em várias funções metabólicas, incluindo o metabolismo de gorduras e carboidratos e a síntese de proteínas. É necessária no crescimento, replicação celular, hematopoese e síntese de nucleoproteínas e mielina, devido em grande parte a seus efeitos sobre o metabolismo de metionina, ácido fólico e ácido melônico. É absorvida facilmente no trato gastrintestinal, exceto em casos de síndrome de má absorção. Possui alta ligação às proteínas plasmáticas, seu metabolismo é hepático e a eliminação é biliar. As quantidades superiores as necessidades diárias são excretadas na urina.
O ácido nicotínico é convertido, in vivo, à nicotinamida. Esta é componente de duas coenzimas: nicotinamida adenina dinucleotídio (NAD) e nicotinamida adenina dinucleotídio fosfato (NADP).
Estas coenzimas são necessárias para a respiração tecidual, glicogenólise e metabolismo de lipídios, aminoácidos, proteínas e purinas.

Farmacocinética

Características Farmacológicas
PROPAN® SUSPENSÃO ORAL é um estimulante do apetite, suprindo ao mesmo tempo o organismo com substâncias indispensáveis (vitaminas e aminoácido) ao total aproveitamento dos alimentos ingeridos.
Sua ação eutrófica e estimulante do crescimento e desenvolvimentos orgânicos é explicada pela atividade dos componentes:
A buclizina, um derivado piperazínico com ações orexígena, anti-histamínica e antiemética, possui acentuado efeito orexígeno, a semelhança de alguns outros anti-histamínicos. O mecanismo dessa ação estimulante do apetite não está ainda bem determinado, mas parece ser devido à alteração da atividade serotoninérgica no centro do apetite no hipotálamo. Sua leve ação sedativa contribuiria também para reforçar o efeito orexígeno. A buclizina possui ainda um discreto efeito antimuscarínico central.
A lisina, um aminoácido essencial, é de máxima importância para o anabolismo protéico e equilíbrio nitrogenado, sobretudo durante o crescimento.
A tiamina (Vit. B1) sob a forma de pirofosfato, funciona como coenzima no metabolismo intermediário dos carboidratos. Ela intervém nas reações de descarboxilação oxidativa do ácido pirúvico, que é um dos produtos intermediários dos desdobramentos da glicose no organismo.
Desta reação resulta a conversão do piruvato em acetil-coenzima A, que integra o ciclo de Krebs, indispensável à produção de energia vital.
A riboflavina (Vit. B2), na mucosa intestinal é transformada em flavina mononucleotídeo (FMN) que, no fígado, é convertido à flavina adenina dinucleotídeo (FAD). FMN e FAD atuam como coenzimas, que são necessárias para a respiração tecidual normal. A riboflavina participa também na ativação da piridoxina e conversão do triptofano em ácido nicotínico. Pode estar compreendida na manutenção da integridade dos eritrócitos.
O cloridrato de piridoxina (Vit. B6) exerce importante papel no metabolismo dos ácidos graxos essenciais, assim como no metabolismo de vários aminoácidos, especialmente o triptofano. É absorvida rapidamente no trato gastrintestinal, exceto em casos de síndrome de má absorção. Seu metabolismo é hepático e a eliminação é renal. As quantidades superiores às necessidades diárias são excretadas pela urina.
A cianocobalamina (Vit. B12) atua como coenzima em várias funções metabólicas, incluindo o metabolismo de gorduras e carboidratos e a síntese de proteínas. É necessária no crescimento, replicação celular, hematopoese e síntese de nucleoproteínas e mielina, devido em grande parte a seus efeitos sobre o metabolismo de metionina, ácido fólico e ácido melônico. É absorvida facilmente no trato gastrintestinal, exceto em casos de síndrome de má absorção. Possui alta ligação às proteínas plasmáticas, seu metabolismo é hepático e a eliminação é biliar. As quantidades superiores as necessidades diárias são excretadas na urina.
O ácido nicotínico é convertido, in vivo, à nicotinamida. Esta é componente de duas coenzimas: nicotinamida adenina dinucleotídio (NAD) e nicotinamida adenina dinucleotídio fosfato (NADP).
Estas coenzimas são necessárias para a respiração tecidual, glicogenólise e metabolismo de lipídios, aminoácidos, proteínas e purinas.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Registro MS n° 1.0550.00048

Indicado para o tratamento de:

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