ROXETIN

3448 | Laboratório SUPERA RX

Descrição

Princípio ativo: Paroxetina, cloridrato,
Ação Terapêutica: Antidepressivos

Composição

Cada comprimido de 20 mg contém: cloridrato de paroxetina 22,8 mg (equivalente a 20 mg de paroxetina), excipiente q.s.p. 1 comp. (Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, glicolato sódico de amido, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, opadry white, polietilenoglicol 6000). Cada comprimido de 30 mg contém: cloridrato de paroxetina 34,2 mg (equivalente a 30 mg de paroxetina), excipiente q.s.p. 1 comp. (Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, glicolato sódico de amido, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, opadry marrom, polietilenoglicol 6000)

Apresentação

Embalagem contendo 20 e 30 comprimidos de 20 mg.
Embalagem contendo 20 comprimidos de 30 mg.
USO ADULTO

Indicações

Roxetin® (cloridrato de paroxetina) é indicado para o tratamento da depressão, incluindo as formas graves e as acompanhadas por ansiedade.
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) é indicado, também, para o tratamento dos sintomas do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas da Doença do Pânico, com ou sem agorafobia; e, ainda, para o tratamento da Fobia Social.

Dosagem

Adultos:
Depressão
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Em alguns pacientes pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia de acordo com a resposta do paciente.
Transtorno Obsessivo Compulsivo
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 20 mg ao dia e a dose pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até no máximo de 60 mg/dia.
Doença do Pânico
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg de acordo com a resposta do paciente.
Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da Doença do Pânico.
Fobia Social
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até no máximo de 50 mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.
Recomenda-se que Roxetin® (cloridrato de paroxetina) seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar.
Da mesma forma que com todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas após o início do tratamento e conforme considerado clinicamente apropriado.
Em geral, recomenda-se que os pacientes sejam tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão podendo ser mais longo para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo e da Doença do Pânico.
Da mesma forma que para muitos medicamentos psicoativos, é recomendável que o tratamento seja descontinuado gradativamente.
Crianças:
O uso de Roxetin® (cloridrato de paroxetina) não é recomendado em crianças porque a segurança e eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.
Pacientes idosos:
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina.
A posologia deve ser iniciada com 20 mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Insuficiência renal/hepática:
Em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 mL/min) ou insuficiência hepática grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.
Abuso e Dependência
Até o momento, não existem relatos que evidenciem que o cloridrato de paroxetina seja uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam no sistema nervoso central, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência.
O paciente com depressão ou história de abuso ou dependência por alguma droga deve estar sob observação médica contínua.

Contra-indicações

Roxetin® (cloridrato de paroxetina) é contraindicado para pacientes com conhecida hipersensibilidade ao cloridrato de paroxetina ou a qualquer componente do produto. Roxetin® (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado concomitantemente com inibidores da monoaminoxidase (MAO) (ver ADVERTÊNCIAS).

Reações Adversas

Em pesquisas clínicas controladas as reações adversas mais comumente observadas e associadas ao uso de cloridrato de paroxetina e não observadas em uma incidência equivalente entre os pacientes tratados com placebo foram náusea, sonolência, sudorese, tremor, astenia, boca seca, insônia, disfunção sexual (incluindo impotência e distúrbios de ejaculação), vertigem, constipação, vômito, diarreia e apetite diminuído. A maioria destas reações adversas pode diminuir em intensidade e frequência com a continuação do tratamento e, em geral, não causam a interrupção do tratamento.
Além disso, durante o uso clínico de cloridrato de paroxetina ocorreram relatos de outros sintomas, tais como:
SISTEMA NERVOSO: Alucinações, hipomania e agitação foram relatadas, além da síndrome serotonérgica, como para outros SSRIs,
confusão também foi relatada. Reações extrapiramidais foram raramente relatadas incluindo distonia orofacial. Algumas vezes estas ocorreram em pacientes com desordens latentes de movimento que estavam usando medicação neuroléptica. Houve raros relatos de convulsões.Também foi relatada raramente síndrome maligna neuroléptica (geralmente em pacientes recebendo medicação neuroléptica concomitante ou recentemente descontinuada).
SISTEMA DIGESTIVO: Houve relatos de vômito. Foi relatada elevação das enzimas pancreáticas. Foram relatadas, raramente, sérias anormalidades do fígado. A descontinuação de Roxetin® (cloridrato de paroxetina) deve ser considerada se houver elevação prolongada dos resultados dos testes da função hepática.
PELE E ANEXOS: Houve raros relatos de erupção cutânea (incluindo urticária acompanhada de prurido ou angioedema) e reações de fotossensibilidade.
METABÓLITOS/ENDÓCRINOS: Foi relatada raramente hiponatremia,
predominantemente em idosos e pode ser associada à Síndrome de Secreção Inapropriada de Hormônio Antidiurético (SIADH). A hiponatremia geralmente reverte com a descontinuação de Roxetin® (cloridrato de paroxetina). Houve raros relatos de sintoma sugestivos de hiperprolactinemia/galactorreia.
CARDIOVASCULARES: Assim como outros SSRIs, foram relatadas alterações transitórias na pressão sanguínea, geralmente em pacientes com hipertensão pré-existente ou ansiedade. Taquicardia foi relatada raramente. Foram relatados frequentemente sintomas sugestivos de hipotensão postural em pacientes com outros fatores de risco.
HEMATOLÓGICOS: Houve relatos de sangramento anormal (principalmente equimose e púrpura). Trombocitopenia foi relatada raramente.
OUTROS: Houve raros relatos de glaucoma agudo,
retenção urinária e edema periférico. É menos provável que o uso de Roxetin® (cloridrato de paroxetina) esteja associado a boca seca, constipação e sonolência do que o uso dos antidepressivos tricíclicos.
Sintomas incluindo vertigem, distúrbio sensorial (p. ex.: parestesia), ansiedade, distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), agitação, tremor, náusea, sudorese, e confusão foram relatados após descontinuação abrupta do tratamento. Eles são geralmente autolimitados e o tratamento sintomático raramente é necessário. Nenhum grupo em particular de pacientes pareceu estar em um risco maior de apresentar estes sintomas; portanto, recomenda-se que quando o tratamento antidepressivo não for mais necessário, a descontinuação gradual por redução de dosagem ou administração em dias alternados seja considerada.

Precauções

ADVERTÊNCIAS
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou dentro de 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância; portanto o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida.
Os inibidores da MAO não devem ser administrados durante 2 semanas após o término do tratamento com Roxetin® (cloridrato de paroxetina).
Em pacientes que receberam inibidores da recaptação de serotonina em combinação com inibidores da monoaminoxidase (MAO), foram registradas reações graves, as vezes fatais, incluindo hipertermia, rigidez, mioclono, instabilidade autonômica com possível flutuação rápida dos sinais vitais e alterações do estado mental, que incluem agitação extrema progredindo para o delírio e coma.
PRECAUÇÕES:
História de mania
Da mesma forma que com os outros antidepressivos,
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.
Anticoagulantes orais
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) deve ser administrado com muita cautela para pacientes recebendo anticoagulantes orais (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Problemas cardíacos
Da mesma forma que com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.
Epilepsia
Da mesma forma que com outros antidepressivos, Roxetin® (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia.
Convulsões
Em geral, a incidência de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com Roxetin® (cloridrato de paroxetina). A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão.
Glaucoma
Assim como outros SSRIs,
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) raramente causou midríase e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma de ângulo agudo.
ECT
Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de Roxetin® (cloridrato de paroxetina) a pacientes sob ECT.
No entanto, houve relatos de convulsões induzidas por ECT prolongado e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com SSRIs.
Neurolépticos
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos, porque sintomas sugestivos de Síndrome Maligna Neuroléptica foram relatados com esta combinação.
Agravamento da depressão, ideias suicidas e a possibilidade de suicídio são inerentes a pacientes sofrendo de doença depressiva. Consequentemente, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento, até que ocorra remissão significativa.
Triptofano
Uma vez que foram relatadas experiências adversas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (SSRI),
Roxetin® (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Hiponatremia
Parece que a hiponatremia é reversível quando Roxetin® (cloridrato de paroxetina) é descontinuado. A maioria das ocorrências tem sido em indivíduos idosos; alguns pacientes usando diuréticos ou com volume depletado.
Sangramento anormal
Há vários relatos de sangramento anormal (principal, ecmose e púrpura) associados ao tratamento com paroxetina, incluindo um relato de agregação plaquetária alterada.
Suicídio / pensamentos suicidas e transtornos psiquiátricos
A possibilidade de tentativa de suicídio é inerente na depressão e pode persistir até que remissão significante ocorra. Uma supervisão mais próxima dos pacientes de alto risco deve acompanhar a terapia inicial da droga.
As prescrições de Roxetin® (cloridrato de paroxetina) devem ser feitas para a menor quantidade de comprimidos junto com boa monitorização do paciente, a fim de reduzir os riscos de superdosagem.
Pode ser que não ocorra melhora durante as primeiras semanas ou mais, após o início do tratamento. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados até que ocorra uma melhora. Outras condições psiquiátricas para as quais Roxetin® (cloridrato de paroxetina) é pescrita também podem estar associadas a um risco de comportamento suicida. Além disso, essas condições podem ser fatores de co-morbidade da depressão.
As mesmas precauções necessárias ao tratamento da depressão devem ser observadas no tratamento de pacientes com outros distúrbios psiquiátricos.
Capacidade de dirigir/operar máquinas
Experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com Roxetin® (cloridrato de paroxetina) não está associada à deterioração das funções cognitiva e psicomotora. Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto a sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.
Gravidez e lactação
Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênico ou embriotóxico seletivo, a segurança de Roxetin® (cloridrato de paroxetina) na gravidez humana ainda não foi estabelecida; portanto, Roxetin® (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado durante a gravidez ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico,
os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Categoria B de risco na gravidez.

Interação com outros medicamentos

Alimentos/antiácidos
A absorção e a farmacocinética de cloridrato de paroxetina não são afetadas por alimentos ou antiácidos.
IMAOs/triptofano/outros SSRIs
A co-administração com drogas serotonérgicas (p. ex.: IMAOs, triptofano, outros SSRIs) pode levar a uma alta incidência de efeitos associados à serotonina. Os sintomas podem incluir agitação, confusão, diaforese, alucinações, hiperreflexia, mioclonia, calafrios, taquicardia e tremor.
Indutores/inibidores do metabolismo enzimático
O metabolismo e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo enzimático da droga. Quando cloridrato de paroxetina é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo, o uso da dose mínima deve ser considerado.
Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é co-administrada com drogas indutoras do metabolismo enzimático. Qualquer ajuste subsequente de dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).
Álcool: Embora o cloridrato de paroxetina não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e cloridrato de paroxetina não é aconselhado.
haloperidol/amilobarbitona/oxazepam
Experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que cloridrato de paroxetina não aumenta a sedação e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam quando administrados em combinação.
Lítio
Estudos em pacientes deprimidos estabilizados não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre cloridrato de paroxetina e lítio. No entanto, uma vez que a experiência é limitada, a administração concomitante de cloridrato de paroxetina e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.
Fenitoína/anticonvulsivantes
A co-administração de cloridrato de paroxetina e fenitoína é associada a diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das reações adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando estas drogas são co-administradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de cloridrato de paroxetina com outros anticonvulsivantes também pode ser associada a um aumento da incidência de reações adversas.
Varfarina/anticoagulantes orais
Dados preliminares sugerem que pode haver uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e varfarina que pode resultar em alteração do tempo de protrombina e em um aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina, portanto, deve ser administrado com grande cautela a pacientes recebendo anticoagulantes orais.
Antidepressivos tricíclicos
O uso concomitante de cloridrato de paroxetina com antidepressivos tricíclicos deve ser considerado com cautela.
A paroxetina pode inibir o metabolismo dos antidepressivos tricíclicos. As concentrações plasmáticas dos antidepressivos tricíclicos devem ser monitoradas, bem como pode ser necessário reduzir sua dose quando houver co-administração com cloridrato de paroxetina.
Prociclidina
O cloridrato de paroxetina pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados.
Assim como outros antidepressivos, incluindo outros SSRIs, a paroxetina inibe a isoenzima hepática específica do citocromo P-450 responsável pelo metabolismo da debrisoquina e esparteina. Isto pode levar a uma elevação do nível plasmático daquelas drogas co-administradas que são metabolizadas por essa enzima, embora a significância clínica desta observação não tenha sido estabelecida. As drogas metabolizadas por esta enzima incluem certos antidepressivos tricíclicos (p. ex.: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos fenotiazínicos (p. ex.: perfenazina e tioridazina), e antiarrítmicos Tipo 1c (p. ex.: propafenona e flecainida).
Digoxina
Desde que há pouca experiência clínica, a co-administração de paroxetina e digoxina deve ser feita com cautela.
Teofilina
O uso de teofilina associado com cloridrato de paroxetina pode acarretar níveis plasmáticos de teofilina elevados. Recomenda-se, portanto, que os níveis de teofilina sejam monitorados quando estas drogas forem administradas em conjunto.
Drogas altamente ligadas às proteínas plasmáticas
A administração de paroxetina a pacientes tomando outra droga altamente ligada à proteína pode causar aumento das concentrações livres da outra droga, resultando em reações adversas potenciais. Reversamente, as reações adversas podem resultar do deslocamento da paroxetina pelas outras drogas altamente ligadas.

Superdose

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram relatados em pacientes que administraram até 2000 mg de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas, incluindo álcool. As experiências de superdosagem com cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: náusea, vômito, tremor, pupila dilatada, boca seca, irritabilidade, sudorese e sonolência mas não coma ou convulsão.
Não se conhece um antídoto específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.
PACIENTES IDOSOS:
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. Entretanto, em estudos realizados, não foram incluídos pacientes geriátricos e problemas relacionados a estes pacientes.

Informação técnica

Propriedades farmacodinâmicas
Roxetin®
contém como princípio ativo um derivado fenilpiperidínico, o cloridrato de paroxetina, que corresponde quimicamente ao cloridrato de (-)-trans-4-(4'-fluorofenil)-3-(3',4'-metilenodioxifenoximetil)-piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptação de 5-HT, serotonina (5-hidroxitriptamina).
Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e da Doença do Pânico esteja relacionada a sua inibição específica da recaptação de serotonina pelos neurônios cerebrais.
O cloridrato de paroxetina não é relacionado, quimicamente, aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos do cloridrato de paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados.
Considerando-se a sua falta relativa de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos do cloridrato de paroxetina.
Propriedades farmacocinéticas
O cloridrato de paroxetina é bem absorvido, após administração oral.
O cloridrato de paroxetina sofre metabolismo de primeira passagem.
O cloridrato de paroxetina é extensivamente distribuído nos tecidos, com apenas 1% permanecendo no plasma. Sua ligação às proteínas é alta (cerca de 95%, em concentrações terapeuticamente relevantes).
A meia-vida de eliminação é, em geral, de cerca de 24 horas.
O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento e a farmacocinética parece não se alterar durante tratamentos prolongados.
A excreção de uma dose de solução oral 30 mg ocorre por via urinária (aproximadamente 64%) e pelas fezes (aproximadamente 36%), sendo principalmente como metabólitos.
O tratamento prolongado com cloridrato de paroxetina tem demonstrado que a eficácia antidepressiva é mantida por períodos de pelo menos um ano.
Em estudos controlados por placebo, a eficácia do cloridrato de paroxetina no tratamento da Doença do Pânico tem se mantido por pelo menos um ano.
Em indivíduos com insuficiência renal/hepática ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina; neste grupo de pacientes a dose inicial deve ser reduzida.

Farmacocinética

Propriedades farmacodinâmicas
Roxetin®
contém como princípio ativo um derivado fenilpiperidínico, o cloridrato de paroxetina, que corresponde quimicamente ao cloridrato de (-)-trans-4-(4'-fluorofenil)-3-(3',4'-metilenodioxifenoximetil)-piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptação de 5-HT, serotonina (5-hidroxitriptamina).
Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e da Doença do Pânico esteja relacionada a sua inibição específica da recaptação de serotonina pelos neurônios cerebrais.
O cloridrato de paroxetina não é relacionado, quimicamente, aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos do cloridrato de paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados.
Considerando-se a sua falta relativa de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos do cloridrato de paroxetina.
Propriedades farmacocinéticas
O cloridrato de paroxetina é bem absorvido, após administração oral.
O cloridrato de paroxetina sofre metabolismo de primeira passagem.
O cloridrato de paroxetina é extensivamente distribuído nos tecidos, com apenas 1% permanecendo no plasma. Sua ligação às proteínas é alta (cerca de 95%, em concentrações terapeuticamente relevantes).
A meia-vida de eliminação é, em geral, de cerca de 24 horas.
O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento e a farmacocinética parece não se alterar durante tratamentos prolongados.
A excreção de uma dose de solução oral 30 mg ocorre por via urinária (aproximadamente 64%) e pelas fezes (aproximadamente 36%), sendo principalmente como metabólitos.
O tratamento prolongado com cloridrato de paroxetina tem demonstrado que a eficácia antidepressiva é mantida por períodos de pelo menos um ano.
Em estudos controlados por placebo, a eficácia do cloridrato de paroxetina no tratamento da Doença do Pânico tem se mantido por pelo menos um ano.
Em indivíduos com insuficiência renal/hepática ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina; neste grupo de pacientes a dose inicial deve ser reduzida.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
MS N.° 1.0298.0298
Publicidade

iVademecum © 2016 - 2019.

Politica de Privacidade
Disponible en Google Play